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Os portugueses gostam da “Geringonça”¹

Jul 17, 2018

Pessoalmente nunca gostei do termo “geringonça” com que a solução governativa foi cunhada de forma infeliz numa crónica de Vasco Pulido Valente. De acordo com o dicionário Priberam³, significa:
“Coisa ou construção improvisada ou com pouca solidez. = CARANGUEJOLA. Aparelho ou mecanismo de construção complexa. = ENGENHOCA. Confundir uma solução governativa legítima contemplada no quadro
constitucional com uma engenhoca,é má fé ou enviesamento ideológico.
Mas os portugueses gostaram manifestamente da solução, como mostram os dados disponibilizados pelo Inquérito Social Europeu⁴. A percepção dos portugueses sobre a sua felicidade, a satisfação com a vida e a satisfação com a forma como o Governo está a governar, atingiu em 2017 valores médios nunca antes registados.
Na satisfação com o Governo, Portugal foi o país europeu onde se registou o maior aumento entre 2014 e 2017, 3,01 e 5,02, respectivamente. Este aumento não tem paralelo com o que se passou entre 2002 e 2014, reflectindo estes valores, sem dúvida, a expectativa positiva com a mudança do governo, pois embora este survey tenha a data de 2016, em Portugal a recolha dos dados ocorreu entre o fim de 2016 e 2017. Ou seja, a opinião dos portugueses sobre a governação está consolidada.
Relativamente à satisfação com a vida e à felicidade, regista-se também um aumento estatisticamente significativo. A posição relativa de Portugal relativamente a estas duas dimensões do bem-estar subjectivo mantém-se relativamente estável desde 2002. Não admira, pois, a percepção do bem-estar subjectivo tem características estruturais e varia pouco ao longo do tempo. No entanto, é de sublinhar o aumento verificado. Note-se ainda que as respostas a questões deste género são muito influenciadas pela idiossincrasia do país. Por norma, os portugueses não respondem nas “pontas da escala”, são moderados nas respostas. Nem se sentem muito mal, nem muito bem, antes assim-assim.
Já a satisfação com o governo é uma dimensão conjuntural, que pode registar um aumento significativo em face de uma situação considerada extraordinária, como é o caso e nada garante que se mantenha se os portugueses se sentirem defraudados nas expectativas que depositaram na mudança de ciclo. Como se sabe, a oposição não ganha eleições, o governo é que as perde. Estes resultados, ao mesmo tempo que traduzem a aprovação da actual solução governativa, traduzem também, uma insatisfação profunda com a situação anterior.
Os quadros seguintes* evidenciam estes resultados:

Rui Brites²

¹Publicado no Diário As Beiras em 13/07/2018. http://www.asbeiras.pt/2018/07/os-portugueses-gostam-da-geringonca/
² Sociólogo e professor universitário (rui.brites@outlook.com)
³https://www.priberam.pt/dlpo/geringon%C3%A7a
http://www.europeansocialsurvey.org .Os dados respeitantes ao round 2016 foram recolhidos em Portugal entre o fim de 2016 e meados 2017.

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Os portugueses e a política

Jun 29, 2018

A mesa resplandecia; e as tapeçarias, representando massas de arvoredos, punham em redor como a sombra escura de um retiro silvestre onde, por um capricho, se
tivessem acendido candelabros de prata. Os vinhos saíam da frasqueira preciosa do Ramalhete. De todas as coisas da Terra e do Céu se grulhava com fantasia – menos de «política portuguesa», considerada conversa indecorosa entre pessoas de gosto

Eça de Queiroz (Os Maias)

O interesse pela política é um indicador que funciona como barómetro da preocupação dos cidadãos pela “coisa pública”. Os dados do Inquérito Social Europeu (ESS) 2002-2014, mostram que os portugueses são os europeus que mais dizem que não se interessam por política (38,4%), verificando-se no Algarve o desinteresse mais acentuado (67,6%). Mas, se o desinteresse pela política é um sintoma preocupante, as dificuldades em perceber a política, certamente, não o são menos, pois em concreto pode traduzir-se em tomadas decisão pouco informadas, de que é exemplo o acto de votar. As campanhas eleitorais têm como principal finalidade, como se sabe, convencer os indecisos. O anátema de que os candidatos mentem todos e, quando estão no poder não cumprem as promessas que fizeram, decorre da “impossibilidade” de o fazerem. Mente-se mais quando o público-alvo quer que lhe mintam. Ou seja, um candidato que diga a “verdade” não tem hipóteses de ser eleito, como bem tem demonstrado a ciência política. Advém daí a importância do marketing político que, a exemplo do marketing comercial, pretende “vender” um candidato, exaltando, para o efeito as suas pretensas qualidades, mas escamoteando os seus defeitos. Também neste caso, na Europa é em Portugal que se regista a percentagem mais elevada de inquiridos que dizem que a política lhes parece tão complicada que não percebem verdadeiramente, o que se está a passar (42,8%).
Outro indicador importante para perceber a relação dos cidadãos com a política é a resposta à questão: “De uma forma geral, qual o grau de dificuldade que sente em tomar uma posição acerca de questões políticas?”. Mais uma vez, Portugal regista a percentagem mais elevada dos que dizem que têm dificuldade em tomar uma posição política (52,3%).

É claro que esta relação dos portugueses com a política não pode deixar de produzir efeito na simpatia partidária e no voto. Como notou José Manuel Viegas, ao analisar a abstenção nas eleições legislativas de 2002, a simpatia partidária é um preditor importante e as variáveis com maior peso no acto de votar são: o “interesse pela política”, a “idade”, e a “simpatia partidária”. Os resultados do ESS confirmam aqueles resultados, pois entre os que têm simpatia por um partido apenas 10,7% dizem que não votaram nas últimas eleições nacionais, enquanto nos que não têm, aquele valor ascende a 31,8%.

É assim patente o distanciamento da política por parte dos portugueses. Este distanciamento, como se sabe, condiciona o exercício pleno da cidadania. Alguns autores têm chamado a atenção para o facto de constituir uma ideia adquirida de que a política está em crise, manifestando-se o desinteresse por esta de tal forma, que era possível falar numa tendência para a despolitização, cuja causa mais frequentemente avançada seria o “comportamento dos próprios actores políticos”, nomeadamente, os numerosos escândalos políticos que puseram em causa a sua credibilidade. É o que se pode inferir dos seguintes indicadores de confiança política que, em Portugal, registam os valores médios mais baixos:

Confiança política na Europa*

 

Em suma, os portugueses não se interessam por política, têm dificuldade em descodificar o discurso político e em tomarem decisões políticas. E votam! Como votam? É o que veremos em próximo artigo.

Fonte: European Social Survey 2002-2014 ( www.europeansocialsurvey.org)

Rui Brites 1

Publicado na Revista [Sem]Equívocos, nº6, Primavera 2018


1 Sociólogo e professor universitário (rui.brites@outlook.com)

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Seminário da Maia

Jun 26, 2018

MAIA 2018 FOI PALCO PARA A REFLEXÃO SOBRE SINDROME CONFUSIONAL DO IDOSO E FUNCIONALIDADE

Decorreu na cidade da Maia no dia 2 de Junho. O seminário subordinado ao tema “Envelhecer: o esperado e o inesperado” que foi organizado pela Associação em conjunto com a Escola Superior de saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, contando ainda com o apoio da delegação da Maia daquela entidade.

Esta iniciativa integra-se num projecto mais vasto que é a implementação de condições para o desenvolvimento de formação sobre envelhecimento e longevidade no norte do País, parecendo á Associação que existe uma necessidade significativa e que pode ser uma mais valia para melhorar os cuidados e os serviços destinados a pessoas idosas. O seminário da Maia seguiu-se a acções já realizadas em Braga e no Porto e antecede uma grande iniciativa que vai ter lugar em Outubro em Guimarães.

Este seminário teve a participação de alguns destacados oradores que trataram de dois temas muito importantes para a associação e para o envelhecimento: o síndrome Confusional da pessoa idosa e a funcionalidade e sua manutenção. O primeiro tema foi discutido por um painel de extraordinários conhecedores e investigadores nacionais: professores Doutores Carlos sequeira, António Leuschner, Zaida Azeredo e Lia Fernandes, moderados por Joana Ferreira. A manhã foi ainda ocupada com a cerimónia de abertura que contou com a presença do vice-presidente da AAGI, do presidente da Escola Superior de saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, pelo Presidente da Delegação da maia da Cruz Vermelha Portuguesa e pela autarca e deputada Dr.ª Maria de Fátima Moreira dos Santos , na qualidade de vereadora da camara da maia com o pelouro da saúde.

Antes do almoço houve oportunidade de ouvir uma das vozes mais importantes no panorama da psicologia e psicanálise em Portugal, muito pouco reconhecido pelos meios de comunicação e infelizmente só seguido pelos conhecedores e os que desejam aumentar a sua capacidade intelectual: Professor Coimbra de Matos que desertou sobre envelhecimento e amadurecimento.

À tarde teve lugar o debate sobre funcionalidade com Professor Doutor António Ilhicas, Professor Doutor Alberto Barata, Doutora Cláudia Moura e forte participação da plateia. Muito conhecimento e evidência científica caracterizou a intervenção do Professor Alberto barata e muita paixão e realidade prática descrevem a intervenção de António Ilhicas.

A cerimónia de encerramento foi assegurada pela vice-presidente da Escola Superior de saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, pelo presidente da AAGI e pela Autarca da Camara Municipal da Maia com o pelouro da solidariedade e área social, Dr.ª Ana Miguel Ferreira de Carvalho.

Este foi mais um evento que fica na história já longa da Associação e que marca a nossa presença, mais uma vez, no Norte do país.

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Professor Doutor António Coimbra de Matos

Jun 26, 2018

“O Idoso amadurecido vive com entusiasmo mas não com grandiosidade, desafiando o futuro mas não tendo uma ideia utópica sobre esse mesmo futuro” António Coimbra de Matos (seminário Maia 2018)

O Professor Doutor António Coimbra de Matos deu uma lição sobre envelhecimento, longevidade e, especialmente sobre a forma como devemos encarar esse processo.

Iniciando a sua conferência por um tema que lhe é muito querido; a competição versus a cooperação, fez-nos facilmente concluir que só relações de cooperação (“relação de par”) é que são criadoras e que fazem as sociedades progredir.

Também nos explicou que é na posição objectável e não numa posição narcisística que a pessoa evolui e se torna ou mantem produtiva. Não devemos continuar a acumular conhecimento para nós mas a partilhá-lo nunca deixando do adquirir e só assim é que atingimos posições que podem servir para produzir, mostrando-nos aos outros.

Com frases como “o verdeiro mestre é aquele que está sempre a apreender, o professor Coimbra de Matos fala daquilo eu sabemos, sentimos, percebemos mas dificilmente conseguimos explicar.

O processo de mais anos de vida deve passar por amadurecer e não envelhecer. Amadurecer é ganhar mais vida porque se sabe viver melhor, é ganhar mais saúde porque se sabe escolher melhor e ganhar mais participação porque se pode optar. É pois um processo positivo e nunca negativo. Só se torna negativo se as pessoas assim o desejar ou alguém obrigar a que seja.

Desconstrói algumas ideias preconcebidas: os idosos são manipuladores, os idosos auto-excluem-se propositadamente, os idosos disfarçam-se. Os idosos preferem encontrar alguém que lhes trate das novas tecnologias do que aprender a trabalhar com elas, tornam-se mais exigentes e mais selectivos

Perceber de envelhecimento é permitir-lhes estas especificidades, permite o requinte, a escolha, a decisão.

Finalmente o Professor Coimbra de Matos abriu-nos a janela da sua felicidade: escolhe a luz para pensar melhor, tem a grande vantagem de mais idade mais experiência e utiliza-a, passou de funções executivas a funções consultivas, tornou-se selectivo e requintado.

Sabe bem que a vida tem um prazo mas não vive angustiado porque a mortalidade simbólica permite encarar a mortalidade com menos angústia e a actividade distinta espanta a morte “E aqueles, que por obras valerosas/ Se vão da lei da morte libertando”

Participar nos eventos da associação Amigos da Grande Idade ultrapassa actualmente muito a simples discussão do envelhecimento, do bom, do mau, das indecisões e das unanimidades que nunca se concretizam

 

 

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Mensagem do Presidente da AAGI

Jun 26, 2018

 

A Associação Amigos da Grande Idade completou agora dez anos de existência. É muito jovem comparada com as grandes corporações que tratam de assuntos do envelhecimento.
Desde cedo compreendemos que esta dedicação a uma área com tão pouco mediatismo e até incomodativa para a grande maioria das pessoas não teria grandes compensações e não seria fácil de manter. Uma convicção forte e uma gratidão por parte das pessoas idosas que fomos encontrando compensaram até hoje essa dificuldade.
Estamos numa altura crucial para o futuro do envelhecimento em Portugal e até na Europa e no Mundo. Temos rapidamente de definir prioridades e conceitos e deixar de esconder incapacidades por detrás de confusões que teimam propositadamente em manter-se.
A grande decisão é percebermos de que envelhecimento queremos tratar, cuidar, reflectir nos próximos anos. Porque há mais que um envelhecimento e isso faz toda a diferença.
Há o envelhecimento que muitos gostam e decidiram investir as suas capacidades, o seu trabalho, empenhando-se em projectos extraordinários e criativos e o envelhecimento das pessoas idosas reais, escondido dentro de casas sem ninguém, em lares não fiscalizados e nunca avaliados, mesmo sendo legais. São dois envelhecimentos distintos e que requerem honestidade quando tratados.
A Associação nasceu e cresceu nos anos do envelhecimento activo, nos anos das cidades amigas das pessoas idosas, nos anos dos velhos saudáveis e das grandes iniciativas nacionais e internacionais. Assistiu desde esses anos até hoje a um processo em que cada vez se baixa mais a idade do envelhecimento, chegando-se hoje a ter projectos destinados a pessoas idosas a partir com 55 anos!
Mas a Associação, porque também teve ai a sua origem, nunca deixou de reflectir sobre o envelhecimento institucionalizado, o verdadeiro envelhecimento que é preocupante para as sociedades e que muito diz do desenvolvimento, dignidade, respeito por parte da sociedade, que pode medir qualidade de vida de um País.
O envelhecimento só é fenómeno político, social e económico quando se traduz em alterações nessas áreas com implicações para toda a sociedade. Ora as pessoas com 55 anos o mais que podem ser é desempregados não jovens e criam de facto um problema para a sociedade mas que não deve ser confundido com o fenómeno do envelhecimento. Que culpa tem o envelhecimento das sociedades (determinado muito pela diminuição dos nascimentos) em que o mercado de trabalho não goste de pessoas que passam a adolescência?
Não, o envelhecimento traz na verdade dificuldades para a sociedade e o seu equilíbrio mas é porque se aumentaram os anos de vida sem qualidade desses anos e aumentando anos de doença. Em Portugal.
O que muito diferencia o norte do sul da europa são os anos de vida saudável depois dos 65 anos. Em Portugal são menos de metade do que em países do norte da Europa e são esses anos que custam a suportar à sociedade. Nenhum velho gasta mais dinheiro à sociedade só por ser velho. Gasta porque em Portugal ser velho é ser doente e dependente.
Estamos assim perante o maior desafio dos sistemas de suade e sociai. Um desafio com muitas semelhanças com o desafio com que nos deparámos nos anos seguintes ao 25 de Abril com a área das crianças e da mortalidade infantil.
Nessa altura foi feito um programa nacional que indicava apenas um compromisso e uma intervenção: a prevenção.
Ganhámos esse desafio e custa a crer que ainda não se tenha concluído que para o desafio do envelhecimento também seja essa a solução: a prevenção.
É este o desafio que deixo a todos, por agora, para reflectirem.

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DNDT – Associação Nacional de Diretores Técnicos

Jun 26, 2018

A DNDT, Associação Nacional dos Directores Técnicos (equipamentos e serviços destinados a Pessoas Idosas) está novamente em marcha e continua apadrinhada pela Associação amigos da Grande Idade que sempre defendeu a existência de uma estrutura para representar aqueles e aquelas cuja existência permitem a legalização e funcionamento de lares de idosos, cuidados domiciliários e centros de dia.

Depois de um primeiro arranque que constituiu a Associação e tratou de alguns aspectos logísticos legais, como o registo dos estatutos, volta agora a reunir um conjunto de profissionais, no exercício das suas funções de direcção técnica, para definitivamente iniciar a actividade para a qual prevemos grande vida e êxito e temos grandes expectativas.

Mas a DNDT é completamente independente da Associação Amigos da Grande Idade sendo a actual ligação apenas uma forma de conseguir assegurar instalações e o início da actividade para esta organização que dá os primeiros passos.

A próxima fase é a reunião geral dos sócios fundadores que tratará das eleições dos órgãos sociais que vão assegurar o trabalho entre 2018 e 2023, num primeiro mandato que não será fácil mas que se apresenta como extraordinariamente desafiante.

Esta reunião irá realizar-se na zona centro do País, estando proposta a vila de Condeixa-a-Nova, aguardando-se a resposta da Camara Municipal daquele município ao pedido de dispensa de instalações.

A DNDT, Associação nacional dos directores técnicos, está aberta a todos e todas que exerçam funções de direcção técnica, que já tenham exercido ou que esperam vir a exercer mas que apresentem ligação funcional e operacional a instituições ou entidades sociais, publicas e privadas. Tem como principal objectivo fazer reconhecer por parte das autoridades, da comunicação social e da população em geral o trabalho que desenvolvem as direcções técnicas e a importância vital para os cuidados e serviços destinados a pessoas idosas.

A Associação Amigos da Grande Idade vai dando noticias sobre este processo que desejamos se concretize rapidamente e passe ao trabalho de terreno.

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Oficinas de Trabalho e Formação

Jun 26, 2018

Uma grande novidade que a Associação tem como serviço. Vamos iniciar as OFICINAS DE TRABALHO com frequência periódica e com resposta a todas as situações que apresentem mais dificuldade na área da gestão de equipamentos e serviços a pessoas idosas e, em geral à área do envelhecimento.

Algumas das oficinas estão já determinadas e vão ensinar a construir horários de trabalho, a seleccionar e recrutar pessoas, a registar as actividades desenvolvidas num turno, a cumprir as obrigações fiscais, a concorrer a financiamentos diversos, etc.

Neste momento estamos a constituir a equipa com mais de uma dezena de potenciais formadores. A nossa selecção é simples: se sabes ensinar alguma coisa faz uma oficina e partilha esse conhecimento.

Como em todas as novas propostas temos alguma esperança em que se concretizem mas precisamos de gente que tenha esse interesse. A Associação continua a abrir as portas das oportunidades. Pena é que poucas pessoas as consigam passar.

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