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Enfermeiros para Inglaterra e Irlanda

Mar 28, 2019

A Associação Amigos da Grande Idade fechou acordo com representantes da empresa internacional EPSN, especializada na colocação de técnicos de saúde em vários países do mundo, com destaque para Inglaterra e Irlanda.
Esta é uma forma de enfermeiros e auxiliares de saúde iniciarem a sua atividade profissional, experimentarem novos desafios profissionais ou simplesmente desenvolverem os seus conhecimentos, partilha de experiências e ainda aumentarem a sua compensação financeira.
A Associação envolve-se nesta parceria, especialmente porque os profissionais disponíveis para esta proposta vão exercer atividade fundamentalmente na área do envelhecimento.
Desta forma todos os profissionais que dominem a língua inglesa podem inscrever-se através da associação para participarem em entrevista de seleção, sendo que os profissionais com formação dada pela Associação são imediatamente selecionados.
Faça assim sua inscrição para contacto, sem quaisquer compromissos em: https://www.associacaoamigosdagrandeidade.com/assistentes-cuidados-de-saude-reino-unido-e-irlanda/

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Workshop Desafios na Gestão de Lares – 25 de maio

Mar 28, 2019

Vai regressar a formação destinada à gestão de lares que nos últimos dez anos distinguiu a Associação Amigos da Grande Idade e marcou a diferença em centenas de instituições e entidades pela mudanças de comportamento, atitude e desempenho das direções técnicas.
Já a 25 de maio vai realizar-se o workshop “Desafios na Gestão de Lares”, uma formação de oito horas que aborda as principais áreas que podem fazer a diferença na liderança destes serviços.
No segundo semestre deste ano regressa o Curso de Gestão de Lares com 48 horas e o Curso Avançado de enfermeiros para lares de idosos.
O Workshop de 18 de maio terá repetições no Porto e em Coimbra ainda durante o ano de 2019.

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A Felicidade dos Portugueses

Mar 22, 2019
Não é feliz quem quer, só quem quer e quem pode

 

Falar de felicidade, no seu sentido mais amplo, é falar de bem-estar subjectivo enquanto tradutor das respostas emocionais das pessoas em domínios como a satisfação com a vida, a saúde e as relações interpessoais, bem como as avaliações que fazem sobre a sociedade e a governação. Na sua essência, o bem-estar subjectivo é uma atitude que possui duas componentes básicas: afecto e cognição. A cognição refere-se aos aspectos racionais e intelectuais, o afecto às componentes emocionais. Ou seja, a nossa percepção sobre a felicidade é simultaneamente racional e emocional. Sobre o papel das emoções não me pronuncio aqui, pois não tenho “arte e engenho” para tal. A minha perspectiva é a sociológica, racional, portanto, dando resposta ao subtítulo do texto: quem pode ser feliz.

O relatório elaborado pela chamada “Comissão Stiglitz” nomeada pelo então presidente francês Sarkozy² considera que o nível de conforto com que vivemos, a saúde e a escolaridade são três das dimensões com grande impacto na percepção individual do grau de felicidade. O quadro seguinte, que compara Portugal com a nossa vizinha Espanha e a Noruega, considerado o país mais feliz do mundo segundo o último Relatório Mundial da Felicidade das Nações Unidas permite-nos perceber a relação entre as três dimensões e a percepção da felicidade.

Como podemos observar, a primeira nota a salientar é que mais dinheiro, mais escolaridade, excepto na Noruega e melhor saúde têm mais impacto na perceção da felicidade. Os cínicos dirão que vale mais ser rico e ter saúde do que ser pobre e doente. A felicidade é do domínio do ser: somos mais ou menos felizes; não do ter: estamos mais ou menos satisfeitos. Perceber a relação entre o ser e o ter é, assim, essencial quando pretendemos encontrar explicações para a percepção individual da felicidade. Na literatura abundam as referências a esta relação. Sempre que me perguntam se o dinheiro dá felicidade, a minha resposta é que não, o dinheiro não dá nada… compra quase tudo. Mas não compra a felicidade, pois a mesma é um processo incessante de busca individual, “compra” satisfação, que é preditora da felicidade. A relação entre dinheiro e a felicidade é complexa e não é linear. Sabe-se que mais dinheiro pode não ser sinónimo de mais felicidade – paradoxo de Easterlin – mas a evidência empírica mostra que a falta de dinheiro para viver com algum conforto, dá infelicidade. Como diz a sabedoria popular: em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

É nesta perspectiva que podemos perceber a relação entre escolaridade e felicidade. A relação não é directa, está associada ao facto de os mais escolarizados terem melhores empregos, melhores salários e mais oportunidades de mercado. Já a relação com a saúde tem que ser vista de outra forma, especialmente a partir dos 65 anos. Até aos 65 anos, cerca de 55% dos portugueses avaliam o seu estado de saúde como bom e muito bom, na Noruega são cerca de 80% e em Espanha 68%. Mas depois dos 65 anos, em Portugal são 21%, 67% na Noruega e 38% em Espanha. Ou seja, os portugueses avaliam sua saúde pior do que os noruegueses e os espanhóis. Não tenho uma explicação para isto, a não ser pensar que os portugueses são “piegas” como lhes chamou o então Primeiro-ministro Passos Coelho. Mas talvez a explicação resida no receio que os portugueses têm de que o dinheiro disponível não chega para fazer face às despesas com a saúde, que naturalmente, se agravam com a idade.

A principal conclusão que podem extrair destes dados é que os portugueses são mais pobres do que os espanhóis e os noruegueses e que isso tem reflexo na sua percepção da felicidade e da sua saúde. Também, como bem sabemos, os portugueses são mais resignados e, como observou Amartya Sen: “o rabugento homem rico poderá muito bem ser menos feliz do que o resignado camponês, mas a verdade é que tem um padrão de vida mais elevado do que ele”.

Publicado na Revista [Sem]Equívocos, nº 9

 

Rui Brites 1

¹ Sociólogo e professor universitário (rui.brites@outlook.com)
²Disponível em: https://ec.europa.eu/eurostat/documents/118025/118123/Fitoussi+Commission+report

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Política de Privacidade

Mar 18, 2019

Política de Privacidade

O Compromisso da AAGI na Proteção da Privacidade

A segurança e a privacidade dos seus Dados Pessoais é importante para nós. A AAGI atua no respeito das normas nacionais de proteção de dados pessoais, agindo em conformidade com as leis sobre privacidade, proteção e segurança de dados em vigor na Web.
Esperamos que a política abaixo delineada o ajude a entender: o tipo de informação que a AAGI pode recolher, como a AAGI utiliza e protege essa informação e com quem a partilha.

Dados Pessoais

Através dos nossos sítios na Web, não iremos recolher qualquer informação sobre si que permita identificá-lo (“Dados Pessoais” como por exemplo, o seu nome, endereço, número de telefone ou endereço de e-mail), a não ser que opte voluntariamente por nos fornecer essa informação (por exemplo, no caso de candidatura a cursos, etc.).
Se não desejar que recolhamos os seus Dados Pessoais, agradecemos que não os transmita.
Quando nos cede os seus dados pessoais, nós só os utilizaremos para responder aos seus pedidos, processar os seus pedidos ou dar-lhe acesso a informações específicas.
Além disso, para apoiar a relação que mantemos consigo enquanto utilizador, poderemos armazenar e processar Dados Pessoais e partilhá-los com as empresas, instituições e entidades parceiras da AAGI para melhor compreender as necessidades pessoais que nos apresenta e descobrir como poderemos melhorar as nossas ofertas e serviços. A AAGI (ou um terceiro em nosso nome) poderá também utilizar os seus Dados Pessoais para o contactar e informá-lo sobre uma oferta da AAGI ou dos seus parceiros que responda às suas necessidades ou para efetuar avaliação de opinião on-line para melhor conhecer os requisitos e perfis dos diferentes interessados.
Se optar por não permitir que os seus Dados Pessoais sejam utilizados nas nossas actividades de apoio, investigação, intervenção e formação , no âmbito dos nossos estatutos, iremos obviamente respeitar a sua opção.
Presentemente não vendemos, alugamos ou de outra forma comercializamos os seus Dados Pessoais junto de terceiros, nem tencionamos fazê-lo no futuro.
Caso tenha alguma dúvida ou questão relativamente a este assunto, por favor, entre em contacto connosco através da seguinte forma:

Secretariado permanente: +351 917243345/+351 967285909
associacaoamigosdagrandeidade@gmail.com

Dados Não-Pessoais Recolhidos Automaticamente

Sempre que acede aos nossos sítios de Web, dá-nos automaticamente (ou seja, sem registo) a possibilidade de recolher informação que não permite qualquer identificação pessoal (como, por exemplo, o número de visitas ao nosso site, a média de tempo gasto nas consultas, as páginas consultadas, etc.)
Poderemos igualmente aproveitar essa informação e partilhá-la com os parceiros, para avaliar a utilização dos nossos sítio da Web e melhorar o respectivo conteúdo.

“Cookies” – Informação colocada automaticamente no seu PC

Ao ligar-se a um dos nossos sítios da Web, dá-nos a possibilidade de colocar no seu computador um conjunto de informações sob a forma de “cookie” que nos permite identificá-lo automaticamente da próxima vez que nos visitar na Web.
Os “cookies” poderão ajudar-nos de diversas formas, como, por exemplo, permitindo-nos configurar um sítio na Web de forma a melhor corresponder aos seus interesses, ou gravar a sua palavra-passe de forma a que não tenha de introduzi-la de novo da próxima vez que nos visitar.
Se optar por não ser reconhecido, configure o seu browser da Internet de forma a que este elimine os “cookies” do disco rígido do seu computador, bloqueie todos os “cookies” ou emita uma mensagem de aviso antes de gravar qualquer “cookie”.

Segurança

A AAGI toma todas as precauções para garantir a segurança dos seus Dados Pessoais, empenhando-se para que os mesmos se mantenham correctos.
Protegemos cuidadosamente os seus Dados Pessoais contra eventual perda, falsificação, manipulação e acesso ou divulgação não autorizados.

Links para aceder a outros Web Sites

O sítio da AAGI na Web contém links que o ligam directamente a outros sítios na Web.
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À medida que a Internet evolui, assim progride também a nossa política de salvaguarda da privacidade.
Anunciaremos nesta página quaisquer modificações à nossa actual política de salvaguarda da privacidade, assim que seja tomada qualquer decisão nesse sentido.

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Nova Delegação da AAGI

Fev 21, 2019

Com o objectivo de promover um projecto de intervenção inovador para o envelhecimento, a Associação abriu nova delegação em Foros de Salvaterra, abrangendo as freguesias de Salvaterra e Foros.
Muito em breve daremos informação detalhada sobre este novo projecto que aproveita a parceria da Associação com a Residencia Sénior Lezírias, utilizada como modelo para a institucionalização de Pessoas Idosas, situada naquela localização.
A Associação pretende contribuir de forma decisiva para um envelhecimento mais esclarecido e acompanhado, estando já a iniciar os contactos com entidades, instituições e empresas da região.
Esta delegação vai inicialmente trabalhar nas instalações da Residencia Sénior Lezírias, estando a procurar um espaço próprio.

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AAGI em Foros e Salvaterra

Fev 21, 2019
Quem somosIniciativasPrograma de Intervenção 2019/2021

A Associação Amigos da Grande Idade é uma plataforma para todos os interessados pelas questões do envelhecimento, sua reflexão, oferta de serviços, formação, intervenção social, etc., dando a possibilidade de desenvolver os seus projectos colectivos ou individuais com um enquadramento institucional.

Neste sentido foi assinado protocolo em 2017 com a Residencia Sénior Lezírias, em Foros de Salvaterra que tem servido essencialmente para acompanhar no terreno o trabalho que se realiza na institucionalização de pessoas idosas e perceber as necessidades locais, longe dos grandes centros urbanos, onde a Associação está mais alicerçada.

É agora altura de abrirmos uma delegação nesta região com objectivos muito definidos e pragmáticos: Desenvolver a reflexão sobre a institucionalização de pessoas idosas; Compreender as realidades e necessidades das pessoas idosas no contexto rural, não urbano; Contribuir para a intervenção social na região com desenvolvimento de projectos específicos de impacto social.

Caraterização Regional

Programa de Intervenção 2019/2021

ATIVIDADE/OBJECTIVOS

PERÍODO

 

 

 

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Boas Festas e Feliz Ano Novo

Dez 12, 2018

Boas Festas e Feliz Ano Novo

Natal. A mais unanime festa colectiva do mundo ocidental. O mesmo mundo que recebe relatórios periódicos de entidades acima de toda a suspeita sobre as condições de vida, as ofertas dos vários países e a satisfação dos seus povos. Esta parte do mundo que resolveu entender-se e constituir entidades superiores que agregam ou pretendem agregar os interesses de todos os países que o constituem, sendo mesmo objectivo normalizar as condições de todos esses povos.

Um objectivo que se consegue atingir em muitas áreas mas que afasta cada vez mais esses povos noutras áreas. Há situações comuns que nos dizem respeito: mantem-se uma posição de ignorar o envelhecimento em quase todos os países europeus. Mantem-se um modelo que não responde às necessidades de um futuro certo e muito próximo. E nunca será grande felicidade e optimismo quando nos dizem que os países do norte da europa tem melhores condições para as pessoas idosas que os países do sul da europa. Tem melhores condições mas também abandonam as pessoas que necessitam de cuidados paliativos em unidades de retaguarda onde não existe sequer investimento em cuidados de saúde.

É pois uma necessidade geral reflectir-se sobre o envelhecimento e fase final de vida de cada um de nós. Como pretendemos envelhecer, o que temos de alterar e como queremos morrer. Temos esse direito e devemos exigir que quem governa se preocupe com esse direito.

O Natal é uma época excelente para pensarmos no envelhecimento porque são dias de emoção, de enorme sensibilidade, dias em que desejamos mudar de vida e iniciar nova fase. Dias que podem permitir que alguns decisores pensem com maior profundidade na dignidade dos seus eleitores e dos cidadãos do seu país.

Ao longo destes últimos dez anos a Associação Amigos da Grande Idade tem vindo a lançar propostas. Não nos parece que o lamento permanente e a procura de culpados seja o caminho mais indicado e preocupamo-nos mais no nascer de novos dias do que nos dias que vão passando (ainda que sejam bons conselheiros).

Propostas como as “Recomendações para a Longevidade” que tiveram a assinatura de todos os grupos parlamentares, propostas como as “dez medidas para um envelhecimento com dignidade” que recebe a concordância de quase todas as entidades mas que nunca se tem em conta na decisão politica. Propostas que vieram a constar na Estratégia Nacional para um Envelhecimento Activo e Saudável 2017-2025 (ENEIAS) como a introdução da educação sobre envelhecimento no curriculum académico desde o ensino básico e o combate à doença no envelhecimento através da monitorização de uma consulta após os 65 anos. Propostas que poderiam alterar os problemas estruturais na área social como o modelo de financiamento e comparticipação, o modelo de liderança e monitorização com introdução de indicadores de desempenho, a legislação abrindo novas tipologias de respostas na área dos esquipamentos e serviços e outras propostas que foram sendo feitas no âmbito das audiências com grupos parlamentares, ministérios, individualidades e entidades públicas e privadas.

É um caminho recheado de inovação e acima de tudo de convicção e esperança. Mas um caminho em que as derrotas tem sido permanentes pela insistência em manter uma situação pantanosa, construída em cima de notícias permanentes de maus tratos, péssimos procedimentos, agressões e até homicídios sobre pessoas idosas.

Apelamos para que neste natal pense um pouco na forma como está e vai envelhecer e pense ainda mais na forma como as pessoas que mais ama estão a envelhecer ou envelheceram. Que no próximo ano passe para o lado dos preocupados, denunciando situações graves, contestando politicas ultrapassadas, perdendo o medo de instituições seculares mais que oferecem pouca dignidade e defendendo cada pessoa idosa como se defendem as pessoas mais incapacitadas de lutarem pelos seus direitos.

Boas Festas
Bom Ano Novo
Bem Hajam

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