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Dia da Gerontologia

Jan 3, 2021

VII Jornadas ISSL-UL

Realizam-se no próximo dia 6 de Janeiro, quarta. Feira, as 7ªs jornadas do Instituto Superior do Serviço Social de Lisboa – Universidade Lusíada em plataforma de streaming.

Estas jornadas marcam o Dia da Gerontologia e o seu programa e outras informações podem ser consultadas em

https://www.lis.ulusiada.pt/pt-pt/eventos/webinartrabalharcompopula%C3%A7%C3%A3oidosaemtemposdacovid-19problemas,necessidadeseboaspr%C3%A1ticas.aspx

As jornadas vão abordar o tema Trabalhar com a População Idosa em tempos de COVID 19: Problemas, necessidades e boas práticas.

Estas Jornadas contam com o apoio da Associação Amigos da Grande Idade e terão uma intervenção do Presidente da Associação, Rui Fontes, na sessão de abertura, pelas 9.30 horas.

Para quem desejar aceder e participar deve fazê-lo através de

 https://videoconf-colibri.zoom.us/j/83987839289?pwd=RUJybjhBQW5wZmlHMEdZSFNiRmtXQT09

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Combater a Doença Cardíaca Estrutural (SHD) e a Doença Cardiovascular relacionada com a Idade

Out 16, 2020

No dia 1 de Outubro, o presidente da Associação Amigos da Grande Idade – Inovação e Desenvolvimento Rui Fontes foi informado sobre uma mobilização europeia que apela a uma Ação Conjunta Europeia sobre Doenças Cardíacas Estruturais (SHD) e Doenças Cardiovasculares (DCV) relacionadas com a idade.

A Doença Estrutural Cardíaca (SHD) é uma condição cardiovascular ligada ao declínio funcional e estrutural do coração. Sintomas incluem falta de ar, cansaço, dificuldade de movimento, e limita as atividades diária de quem sofre destas doenças, principalmente idosos. O SHD tem sido uma área de crescente preocupação da sociedade nos últimos anos e prevê-se que representará um grande fardo para a comunidade idosa. Só em Portugal, mais de 22% da população tem mais de 65 anos e prevê-se que até 2040, meio milhão de pessoas irão ter SHD.

A pandemia COVID-19 destacou a necessidade de cuidar das populações vulneráveis, combatendo as principais causas das desigualdades na saúde (câncer e doenças cardiovasculares). Vemos também que, em toda a UE, os cidadãos exigem cada vez mais ações de saúde a nível da UE. No entanto, atualmente não existe uma iniciativa emblemática unificada para cuidar dos pacientes cardiovasculares da Europa. Isto é problemático, pois em 2050, é estimado que 23 milhões de pessoas acima de 65 anos na UE irão ter SHD. A colaboração para garantir deteção precoce, pesquisa e práticas comuns sobre Doenças Cardiovasculares (DCV) pode melhorar muito a saúde e apoiar o cuidado de idosos.

Com o envelhecimento da população e num contexto de pandemia, Portugal e a UE devem tomar medidas para garantir uma Europa saudável e resistente, dando prioridade aos cuidados de saúde e às doenças cardíacas relacionadas com a idade. Portugal tem agora uma oportunidade para fazer a diferença nesta área, através da presidência do conselho da UE, a qual irá tomar a partir de Janeiro de 2021. Ao considerar e liderar a política de saúde da UE durante a sua Presidência, Portugal tem a oportunidade de apoiar a sua própria população e todos os europeus através da colaboração europeia em doenças cardíacas estruturais.

Uma solução direta para esses grandes desafios sociais seria uma Presidência da UE centrada em pacientes cardiovasculares e promover uma Ação Conjunta Europeia sobre Doenças Cardíacas Estruturais e DCV relacionadas com a idade. É necessária esta Ação Conjunta para conceber um quadro comum de ações sobre SHD na deteção precoce e tratamento e contribuir para o envelhecimento ativo e saudável na Europa.

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Petição Pensos

Set 28, 2020

Pelo alargamento do acesso comparticipado a material de penso com ação terapêutica e materiais de compressão, a todos os cidadãos, mediante indicação clínica.

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Nova Parceria Oficial da Associação

Set 28, 2020

A Associação Amigos da Grande Idade assinou uma parceria com a Sociedade Portuguesa de Feridas.

A ELCOS  (https://www.sociedadeferidas.pt/) é uma sociedade científica, dotada de personalidade jurídica, formada por profissionais ligados às áreas da saúde, ensino e investigação, que têm como interesse comum promover o debate, a formação e a investigação no âmbito da prevenção e tratamento de feridas.

Sabendo as enormes dificuldades com que os serviços e os cuidados a pessoas idosas tem na gestão de feridas, esta parceria traz um contributo enorme para todos, fazendo com que a Associação tenha uma linha de comunicação com os especialistas desta área, partilhando-a com todos os que desejarem.

A primeira iniciativa desta parceria será a divulgação de uma petição para que o material de penso seja comparticipado. Esta petição está já a decorrer e pode ser consultada através do nosso site.

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Edital de Candidatura

Ago 10, 2020

EDITAL DE CANDIDATURA – ANO LETIVO – 2020/2021

Pós-Graduação em Gestão de equipamentos e serviços destinados a Pessoas Idosas

A Associação Amigos da Grande Idade, em parceria com a Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, anuncia a abertura da Pós-Graduação em Gestão de Equipamentos e serviços destinados a pessoas idosas 2020/2021, fazendo publicar o presente Edital

1. Fixação de vagas:

1.1. Número total de vagas para o ano letivo acima indicado: 25

2. Habilitações de acesso:

2.1. Podem candidatar-se os detentores de grau de licenciado ou equivalente legal de qualquer área, bem como profissionais que exerçam ou pretendam exercer funções em equipamentos ou serviços para pessoas idosas, independentemente da sua formação base.
2.2. A coordenação científica da Pós-Graduação, de acordo com o Conselho Científico da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, pode admitir, sob proposta do coordenador geral da Pós-Graduação, candidatos que não satisfaçam as condições referidas no número anterior, mas cujo curriculum escolar, cientifico ou profissional demonstrem adequada preparação para a frequência da Pós Graduação.

3. Critérios de seriação de candidatos

3.1. Os candidatos à matrícula serão selecionados pelo júri (Coordenação científica e coordenação geral), tendo em conta os seguintes parâmetros:
a) Curriculum académico
b) Curriculum científico
c) Curriculum profissional

4. Período de candidatura: 10 de agosto a 30 setembro 2020

5. Formalização da candidatura: A formalização da candidatura deverá ser exclusivamente feita através do endereço http://associacaoamigosdagrandeidade.com/curso/inscricao-curso/

6. Lista de documentos necessários para a formalização da candidatura: formulário de inscrição totalmente preenchido e assinado, cópia de cartão de cidadão, cortada com indicação de “utilização apenas par efeitos de candidatura a formação”, certificado de habilitações, uma fotografia tipo passe, outros documentos que o candidato considere relevantes.

7. Pagamento da candidatura: a candidatura tem o preço de 150,00 € (reembolsável em caso de não aprovação da candidatura). O pagamento deve ser feito através dos meios disponibilizados pela Associação Amigos da Grande Idade. Só serão consideradas válidas as candidaturas cujo pagamento tenha sido efetuado até ao último dia de apresentação de candidaturas.

8. Aprovação e publicação da lista de candidatos: 10 de outubro de 2020, podendo o resultado ser consultado em https://associacaoamigosdagrandeidade.com/curso/

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DRAMATIZAR REGUENGOS OU A FORMA DE ESCONDER O GATO DEIXANDO O RABO DE FORA ?

Ago 9, 2020

Os lares de idosos em Portugal são vistos pela generalidade da população como o outro lado da vida onde ninguém deseja estar.

Carregados de estigma e preconceito, tornaram-se autênticos locais de espera da morte em condições indignas.

Esta é a opinião e a ideia da maioria da população portuguesa e, retirando uns poucos que fazem da sua vida profissional a luta diária contra essa opinião, não existe qualquer ação que altere a situação.
Podíamos analisar mais profundamente as razões desta situação, mas isso demoraria certamente muito tempo, para além de existirem poderes instituídos de grandes corporações que prefere manter a situação atual do que discuti-la e transformá-la.

A comunicação social que por vezes tenta colocar na primeira linha esta discussão, não vai também muito longe, deparando com uma cortina assente num modelo caritativo e assistencialista que custa a contrariar e que até é mal visto quando se põe em causa.

Reguengos de Monsaraz saltou para as primeiras páginas ao ter registado um numero significativo de pessoas idosas infetadas com COVID 19 e com um grau de letalidade, ainda longe da evidencia cientifica mas que tenderá a aumentar com o tempo e a atingir esse numero.

Mas Reguengos de Monsaraz só serve para mais uma vez escondermos o essencial.

Para além de encerrar um problema de luta política pessoal está a fazer crer que os problemas surgidos são específicos daquela situação, escondendo a realidade nacional que é bem pior e colocando de lado questões essências que a todos deviam preocupar.

A mediatização do caso de Reguengos parece ter a ver exclusivamente pelo envolvimento de médicos.

Médicos?

Lares de Idosos e médicos são incompatíveis. Nunca na legislação portuguesa houve uma referência à existência de médicos, sua presença e funções, sua responsabilidade e envolvimento, em lares de idosos. Confrontada com a situação pela Associação Amigos da Grande Idade, a Ordem dos Médicos respondeu-nos há alguns anos que esta ausência da presença de médico em lares de idosos era bem vista pela classe, pelo menos não os envolvia no pântano que são os cuidados a pessoas idosas em lares de idosos.

Mas Reguengos começa por aí, distraindo as pessoas: o ministério publico, profundo desconhecedor e de costas sempre voltadas para as denuncias sobre lares de idosos, manda a ordem dos médicos fazer um inquérito. Estamos com certeza a brincar. A brincar com coisas sérias e com a vida das pessoas.

Quantos médicos existem em Portugal conhecedores da realidade interna de um lar de Idosos? Quantos médicos tem autoridade para auditarem lares de idosos se só lá entraram quando algum dos seus familiares esteve institucionalizado?

É certo que os médicos vão aos lares de idosos. Mas quem lá trabalha sabe como esse trabalho é feito: uma vez por semana ou uma vez por mês, prescrição às cegas de medicação. Inexistência de quaisquer registos clínicos, certidões de óbito passadas à distância por internet e nenhuma ligação a outros serviços de saúde quando de internamentos hospitalares, consultas de rotina ou outros incidentes críticos.

Mas também sabemos que a ética médica nesta área vai mais longe. Não se coíbe de fazer umas horas a prescrever medicação nos lares ilegais, que sabem que são ilegais. É esta essencialmente a ação dos médicos nos lares de idosos no modelo que desenvolvemos.

Na situação concreta de Reguengos de Monsaraz a decisão dos superiores regionais foi enviar médicos para o lar… os resultados estão hoje à vista e ainda não fizemos as contas finais.

Desidratação e doenças crónicas descompensadas, tem sido o habitual durante anos e até ao presente, configurando as “normais” práticas criminosas de maus tratos que tem sido noticiadas frequentemente e denunciadas por entidades, associações e familiares dos idosos.

No relatório é citado que faltava tudo, desde gente para cuidar e de alguém responsável que informasse os médicos das doenças que tinham e que medicações tomavam.

Na maioria dos lares, quem administra a medicação sempre foram as auxiliares e é frequente serem as mesmas ou as responsáveis dos lares, juntamente com as diretoras técnicas da área do social que preparam a medicação, não havendo nenhum controlo na administração de psicotrópicos durante o período da noite, sendo administrado pelas mesmas, não sendo possível um adequado ajuste terapêutico visto não terem qualquer tipo de conhecimento dos efeitos secundários.

Quanto ao não haver registo clínico é outra das situações comuns em instituições desta natureza, pois sendo visto erradamente, como fazendo parte do social, as questões de saúde são frequentemente negligenciadas. O que a segurança social, erradamente exige, é a anotação pelas auxiliares no “livro de ocorrências”. Processo arcaico e completamente fora de contexto para a realidade dos lares. Sendo “suficiente” para a entidade fiscalizadora, visto os incumbidos pela segurança social que normalmente efetuam as “fiscalizações”, não são dotadas dos conhecimentos necessários para a identificação das situações que colocam em risco a vida dos idosos.

Referem também que na auditoria detetaram a falta de médicos e enfermeiros. Também não detetamos nenhuma anormalidade em relação a um grande número de instituições, sendo uma das atitudes economicistas das mesmas e um enorme desconhecimento sobre envelhecimento, podendo ser evitadas com uma fiscalização competente pelas entidades fiscalizadoras.

As entidades fiscalizadoras têm perfeitamente conhecimento de que existem instituições de todo o País que não tem enfermeiro permanente, sendo também uma das lacunas da lei arcaica, em que define os rácios dos colaboradores.

Também temos conhecimento de médicos contratados por outras instituições em situações muito mais graves do que aquela que é referida, em que recusaram visitar os residentes após terem conhecimento de estarem infetados. Há casos de direções de instituições que nunca compareceram, nem participaram nos planos de contingência nem em qualquer outro tipo de apoio aos residentes e colaboradores durante a pandemia. Simplesmente não apareceram nem contribuíram para melhorar as condições e corrigir a falta de condições. Incorrendo seguindo a lei num possível crime de abandono. Tendo a diretora da segurança social tido conhecimento atempado da situação.

É abordado que segundo a lei e após conhecimento da autoridade de saúde pública local do surgimento de um surto de covid-19, deve obrigatoriamente ser visitado pelos mesmos. O que de facto também não aconteceu por outros lados. Não se registando a presença de qualquer técnico da segurança social ou entidade local para verificar pessoalmente quais as condições e se as medidas estavam a ser cumpridas.

O que depreendemos desta auditoria, é que só a palavra de um médico, após a visita ao lar de Reguengos, é tida em consideração e detrimento de enfermeiros e demais técnicos, não valorizando queixas de familiares, que ao longo dos anos tem participado uma panóplia de casos por todo o território nacional no antes e durante a pandemia. Falta também uma tomada de posição em relação aos lares ilegais que abundam, sem registo do número de idosos e das condições em que são “albergados”.

De referir que situações desta natureza, tem sido alvo de variadíssimas denúncias de familiares e da nossa associação, sendo transmitidas pelos variadíssimos órgãos de comunicação social e em que recentemente foram apresentadas imagens de vídeo que demonstram as agressões barbaras que os idosos sofrem nas instituições e que originaram a morte dos mesmos. Não se verificou até a data nenhuma auditoria digna desse nome para determinar uma situação desta gravidade e tão frequente em várias instituições. 

O que lamentamos profundamente é que esta situação não sirva para colocar em causa o modelo de intervenção e toda a organização nacional dos cuidados e serviços destinados a pessoas idosas.

Concluímos que, após centenas de mortes evitáveis, tudo ficará na mesma justificado por um ou outro caso mediatizado em que a culpa é de todos e não é de ninguém.

Devíamos ser mais sérios: todos nós.

Os jornalistas colocando em causa a forma como institucionalizamos pessoas idosas, a legislação e os poderes de corporações que só respondem perante elas.

A segurança social que deveria refletir sobre a sua ação e que em nada tem contribuído para melhores cuidados e maior dignidade no envelhecimento.

O estado porque deveria finalmente legislar melhor copiando melhores exemplos de outros países e regularizando o que se faz nesta área sem compromissos com o sector social e preconceitos com o sector privado.

As ordens especialmente dos enfermeiros e dos médicos exigindo maior ética aos profissionais que representa não permitindo a sua ação desajustada e irresponsável nos lares de idosos e dando especial penalização a quem exerce a profissão em locais ilegais e sombrios.

As famílias que não devem continuar a temer represálias e tem a obrigação de denunciar as situações.

O ministério publico que deve levar mais a sério as denuncias que recebe de maus tratos e más práticas.

As provedorias de justiça e de defesa de idosos cujo papel é apenas fazer correr uma notícia anual nos órgãos de comunicação para nos lembrarmos que existem.

Os auditores que não se lembram de colocar como primeira justificação a incidentes do género de Reguengos de Monsaraz o não cumprimento da legislação que obriga a formação continua dos profissionais e que se perdem em problemas que estão a meio da pirâmide de maslow e não na sua base.

A Associação Amigos da Grande Idade advoga uma reflexão nacional e um programa de emergência (não mais um programa de emergência, mas um novo e renovado e inovador programa de emergência) para o envelhecimento em Portugal que inclua a analise profunda de:

1. Rede nacional de apoio ao envelhecimento que inclua cuidados de saúde primários, serviços de várias tipologias de permanência ou não para as pessoas idosas (centros de dia, cuidados domiciliários, cuidados continuados de longa duração, saúde mental, unidades de funcionalidade, lares de idosos e cuidados paliativos) e serviços hospitalares integrados, com liderança nacional e única.

2. Alteração do modelo de financiamento tornando equitativo e racional sem protecionismo a corporações e sem motivação para a disfuncionalidade.

3. Programa nacional de formação especifica para auxiliares, técnicos de diversas áreas, gestores, líderes de organizações.

4. Liderança regional e constituição de equipas regionais multidisciplinares.

5. Programa nacional de combate à ilegalidade e à exploração não licenciada de serviços.

As soluções existem, devendo apenas ser refletidas e discutidas. Mas há quem não queira sequer ouvir falar nelas, continuando com o discurso miserabilista da caridade e do assistencialismo.

A Associação Amigos da Grande Idade já sabe que poucos darão importância a esta comunicação o que nos prova que poucos se importam com o envelhecimento das pessoas mais queridas da família e com o seu próprio envelhecimento. É pena e lamentável, mas cada um fica com a sua consciência que continua a pactuar com a autênticas casas de morte que temos espalhadas por este país todo. O COVID 19 é só um alerta. O pior virá, com certeza.

Lisboa, 9 de Agosto de 2020
Direção da Associação Amigos da Grande Idade
Núcleo da AAGI Valpaços

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ASSOCIAÇÃO APOIA INSTITUIÇÕES E ENTIDADES

Jul 14, 2020

A Associação Amigos da Grande Idade percebendo a intranquilidade de muitos dos seus amigos e colaboradores directores técnicos e gestores de várias entidades no que respeita à falta de equipamentos de protecção individual e prevendo que a situação possa vir a agravar-se, conseguiu um acordo/parceria com empresa de importação que garante o fornecimento dos principais meios de protecção a valores inferiores aos praticados até agora no mercado.

No sentido de facilitarmos e beneficiarmos o sector do envelhecimento institucionalizado colocamos à disposição esses equipamentos com os custos que foram acordados com a Associação.

Enviamos listagem de material, destacando o valor de mascaras.

Os interessados em fazerem encomendas podem fazê-lo através do endereço electrónico da Associação, associacaoamigosdagrandeidade@gmail.com, ou pelos telefones 96 728 59 09 e 91 501 38 53, bastando indicar o nome (empresa ou individual), numero de contribuinte e morada e local de entrega se diferente de morada fiscal. O prazo de entrega será de 24 a 48 horas, qualquer que seja a encomenda.

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