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AI VEM DINHEIRO…

Mar 25, 2015

Vem ai 25 mil milhões de euros. Trata-se, provavelmente, da última oportunidade para Portugal ficar mais próximo de países europeus com maiores índices de desenvolvimento.
O sector social é, mais uma vez, uma das áreas privilegiadas. Ao todo são cerca de 16 programas destinados a estes sector e dentro dele, estima-se que mais de metade das verbas sejam destinadas ao terceiro sector. Acresce que cerca de 40 por cento dos fundos vão ser geridos regionalmente e destes muitos serão também atribuídos a Instituições e entidades sociais.
Já não somos nós, quase solitariamente, que alertamos para a necessidade de alterar alguns procedimentos. O jornal “solidariedade” mostra-se preocupado com a utilização deste dinheiro, referindo que são necessários “novos conceitos” e obrigatório “pensar diferente”.
Pois é.
A Associação continua com a esperança de que o modelo de financiamento na área social altere significativamente. É necessário mais rigor e mais pragmatismo, investindo nas reais necessidades, avaliando esse investimento e medindo o desempenho, motivando os melhores e obrigando os piores e os razoáveis a acompanharem a evolução dos tempos. É fundamental perceber-se que, na área do envelhecimento temos que percorrer o caminho da prevenção que foi imposto na área materno-infantil nos remotos anos 70 e 80 e que colocou o País, nessa área, ao nível dos melhores do mundo.
Não podemos continuar a favorecer a doença e a disfuncionalidade, num modelo em que só financiamos as pessoas idosas quando já estão dependentes e que aumentamos esse benefício em função de maior dependência. É tempo de arrepiarmos caminho e por cada cama que se subsidie de uma instituição seja obrigatório apoiar financeiramente a manutenção de meia dúzia de pessoas nas suas habitações e nas suas comunidades.
E por favor, definitivamente, que atribuam uma percentagem para ser gasta obrigatoriamente na formação das pessoas que exercem actividades na área do envelhecimento. Formação ajustada e adequada e não formação para subsidiar vícios, más práticas e suspeitas de utilização indevida de fundos.

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INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NO XXIV CONGRESSO DA PROSALIS. LISBOA

Fev 2, 2015

“APONTAMENTOS SOBRE ENVELHECIMENTO E FAMILIA”

Em primeiro lugar agradeço à organização na pessoa da Dr.ª Maria Helena Paes. Cumprimentar também os ilustres elementos da Mesa com uma dedicatória especial para o Professor Adriano Moreira que há poucos dias nos deu a honra de contarmos com a sua presença numa importante iniciativa da Associação Amigos da Grande Idade na Assembleia da Republica, tornando-se mais um amigo desta pequena mas convicta Associação. Cumprimentar ainda todos os presentes e apelar desde já à sua paciência para me ouvirem.

A Associação Amigos da Grande Idade é uma entidade sem fins lucrativos e sustentável pelos seus próprios meios, recusando qualquer apoio oficial formal ou informal dos quais nos habituámos a depender que não é mais que conceder. Somos um conjunto de pessoas que exerce a sua cidadania e que desenvolve actividades em quatro pilares fundamentais: a Formação, onde temos já hoje um papel importante sendo detentores da competência de desenvolvermos um Curso de Gestão Organizacional de Lares e Casas de Repouso que vai já na sua 32ª Edição e que tem lugar periodicamente em várias cidades do País, uma Pós Graduação em Gestão de Equipamentos destinados a Pessoas Idosas, única do género e concebida exclusivamente para responder às principais necessidades dos dirigentes associativos sociais, dos diretores técnicos e de outros colaboradores de instituições e entidades que se dedicam à prestação de cuidados e oferta de serviços a Pessoas Idosas e vários workshops de diversos temas relacionados com o envelhecimento e a longevidade. Outro pilar é a Investigação: somos uma plataforma de apoio a trabalhos de licenciatura, mestrado e doutoramento, acompanhando os mesmos, orientando alguns e divulgando todos através dos nossos meios. A Influência é também um dos nossos pilares de desenvolvimento. Temos tido o privilégio de chegar a muitas entidades oficiais por via formal onde temos apresentado as nossas preocupações. Frequentamos habitualmente a Assembleia da República tendo hoje amigos interlocutores em todos os grupos parlamentares excluindo o Partido Comunista Português e os Verdes. Conseguimos a divulgação/emissão de vários documentos estratégicos e a sua distribuição por canais de importante influência nacional. Temos tido também a honra de dialogar com inúmeras personalidades que desenvolvem actividades relevantes nas áreas da investigação, dos média e da atividade política nacional. Por último desenvolvemos muita atividade na área da Divulgação através de uma revista cientifica on-line que está já indexada a várias bases de dados nacionais e internacionais, emitindo documentos sobre variadíssimos assuntos relacionados com o envelhecimento e através da organização de grandes eventos de impacto nacional como foram já os Congressos Internacional do Envelhecimento, o Congresso Nacional da Grande Idade e as Recomendações para a Longevidade, esta ultima realizada na Assembleia da Republica. Para além destas organizações temos vindo a realizar dezenas de eventos de menor dimensão em parceria com várias entidades, destacando-se as organizações com as Camaras Municipais por todo o país.

A Associação ultrapassou assim todas as nossas melhores expectativas e sendo muito jovem em idade marca já a área da reflexão e pensamento sobre o envelhecimento e longevidade em Portugal, sendo praticamente incontornável quando se discutem assuntos nestas áreas.

Vivemos hoje numa sociedade em que o envelhecimento é imparável e ainda bem. Trata-se de uma enorme conquista da humanidade fazendo-nos viver muito mais anos do que vivíamos há anos atrás. Mas esta conquista levanta alguns problemas, sendo o maior de todos a nossa incompetência para impedir ou mesmo atenuar a forma doente como se envelhece nos últimos anos de vida, não conseguindo que esses anos, em Portugal, deixem de ser anos de forte dependência, disfuncionalidade, doença e infelicidade.

Mas se o envelhecimento é imparável e não depende de um ou outro homem, uma ou outra instituição, um ou outro governo, tendo-se tornado um fenómeno universal e já atingido até países menos desenvolvidos, já a dependência, a disfuncionalidade, a doença e a infelicidade, muito dependem dos homens, das instituições e das políticas.

Vivemos tanto em Portugal como nos outros países mais desenvolvidos. Temos mesmo indicadores muito próximos dos países mais ricos do mundo no que respeita á longevidade. Somos contudo mais dependentes, em muitos anos. Anos que significam mais custos, mais dificuldades mas acima de tudo mais infelicidade e por vezes, indignidade.

Temos pois de mudar o paradigma: o envelhecimento não precisa tanto de cuidados de saude e até sociais como temos desenvolvido no atual modelo mas necessita essencialmente de educação, formação e prevenção. Uma pessoa que saiba envelhecer é mais feliz nesse processo, uma Instituição que saiba prevenir os incidentes mais comuns do envelhecimento é uma instituição de maior qualidade. Um País que saiba intervir nos processos preventivos é uns pais mais desenvolvido e onde se envelhece melhor. Chega de investir em superestruturas para tratar das doenças do envelhecimento e chegou o momento de investirmos em modelos para promover um envelhecimento mais feliz.

Para o envelhecimento temos respondido com Instituições Sociais, criadas com a missão de responderem às carências, às fragilidades mais evidentes através de um modelo de caridade e de assistência. Criámos lares, centros de dia e cuidados domiciliários na perspetiva de diminuirmos a desgraça. Locais para onde ninguém quer ir de livre vontade e perante novas necessidades (aumento da esperança de vida, maior exigência das pessoas, aumento de direitos e liberdades, aparecimento de novos grupos corporativos e sociais com características específicas diferenciadas) ficámos pelo mesmo modelo, entendendo e insistindo em que todos os velhos são iguais, carenciados, frágeis, dando-lhes a mão quando atingem a dependência. Isto porque não conseguimos ter mão antes de eles perderem as suas capacidades e terem possibilidades de reivindicar, refletir e decidirem.

Mas todos os idosos são dependentes, carenciados e frágeis? Não.

Novos idosos apresentam novas necessidades (precisam mais do que a mudança da fralda, a higiene diária feita na cama, a algália e a sonda Naso gástrica, o apoio no levante e a comida dada á boca).

Podemos responder às novas necessidades (acompanhamento, isolamento, modelos de modo de vida saudáveis, prevenção de riscos habituais, felicidade, ocupação e utilidade, motivação) com este modelo que temos? Queremos nós todos ter este modelo de intervenção no nosso envelhecimento? Podemos ter lares para 2 milhões de pessoas nos próximos anos?

É pois necessário criarmos rapidamente novas respostas.

E é aqui que refletimos obrigatoriamente sobre a família, tema deste congresso e preocupação da Associação que o promove.

É fundamental reinventarmos a família, torna-la protagonista nesta área, reconstrui-la dando-lhe capacidade financeira e de intervenção de modo que também possa procriar mais e combater o envelhecimento. Apoiar as famílias para cuidarem dos seus em casa quando envelhecem pode trazer-nos as alterações necessárias para que as mesmas também tenham condições para aumentarem o número de filhos. Tem sido a destruição do núcleo familiar que tem mais contribuído para o envelhecimento da população por duas vias: o aumento da esperança de vida e a diminuição da natalidade. O que temos de comum? A Família.

Temos que desenvolver processos de reeducação da família, mais modernos, agora sem a obrigatória discriminização da mulher, podendo hoje ser qualquer dos conjugues a tornar-se o cuidador. Formar a família com novos princípios e novos valores de solidariedade intergeracional e coletiva. Ela é o único apoio possível a Velhos e novos. O único apoio que teremos capacidade de financiar no futuro. Idosos mais funcionais, mais felizes, mais apoiados podem ser também cuidadores e crianças e jovens podem ser solidários com o envelhecimento dos seus familiares. É nesta sinergia que poderá estar uma das principais soluções para o futuro que se avizinha.

É necessário um discurso nacional, uma intervenção global da comunicação social, dos principais agentes sociais e novas propostas dirigidas à família. E mesmo tendo em atenção alguns novos problemas que são hoje já levantados como o conceito de família europeu que está ultrapassado em função das migrações e da existência de novos conceitos familiares, é sempre nesse núcleo que deveremos apostar as nossas preocupações.

Para isto são necessárias politicas publicas desenvolvidas com base em evidência científica que responsam às verdadeiras necessidades e que sejam auditadas também publicamente. Politicas publicas que leiam os números e as conclusões dos estudos científicos e que sejam orientadas eficazmente e não ao sabor das marés e das modas ou ao sabor dos interesses corporativistas das instituições.

Não podemos mais tolerar o “Estado das Instituições” em detrimento do “Estado Social” ou de outro estado qualquer. Não podemos mais continuar a justificar a existência das instituições por razões e problemas que temos obrigação de resolver sem recorrer a elas.

É preciso entendermos que por vezes parece existir uma guerra aberta às famílias desenvolvendo preconceitos que é no seio das mesmas que existem mais maus tratos. Afirmações baseadas em nenhuma evidência científica e em estudos que muito deixam a desejar e que nunca poderão ser considerados fiáveis e creditados. A perceção não corresponde à verdade, à realidade. Esperamos que este discurso dos maus tratos da família, dos acontecimentos críticos no seio da família se tornarem permanentemente mediáticos não seja afinal uma estratégia para empurrar as pessoas para as Instituições e justificar a sua existência.

Não nos agrada o facto de vivermos num país em que os indicadores da desgraça tornam-se habitualmente indicadores de êxito. Hoje todos apregoam que cada vez mais tem mais clientes carenciados, cada vez mais distribuem mais sopas aos pobres, cada vez mais fazem mais campanhas contra a fragilidade e a pobreza, cada vez mais gastam mais recursos. Não será isto um indicador negativo? Afinal se todos fizéssemos o nosso trabalho cada vez menos existiam estas necessidades.

Todos sabemos e percebemos o que temos que fazer. Vamos a isso.

Muito obrigado pela atenção dispensada

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ASSOCIAÇÃO AMIGOS DA GRANDE IDADE NO PROGRAMA DA MANHÃ DA CM TV

Fev 2, 2015

QUARTA-FEIRA, 18 DE FEVEREIRO

A Associação Amigos da Grande Idade, representada pelo seu presidente, volta ao programa da manhã, da Correio da Manhã TV para falar sobre abandono de Idosos, no próximo dia 18 de Fevereiro.

Este honroso convite surge na sequência de uma presença naquele canal de televisão do presidente da Associação que no final do programa em conversa informal com os apresentadores despertou a curiosidade sobre algumas realidades nos lares de idosos e na sociedade em geral em relação às pessoas idosas.

Pretende-se encarar esta situação com seriedade e não apenas como notícia bombástica sempre à procura de culpados. Provavelmente os culpados somos todos nós que no exercício da nossa cidadania tantas vezes nos esquecemos do essencial para falar no particular e pouco evidente.

Novas medidas de apoio às famílias, uma nova educação desde os primeiros momentos de vida e nova legislação de financiamento são medidas absolutamente necessárias para debelar este e outros problemas das pessoas idosas.
Estamos parados no tempo e não acompanhamos a evolução da sociedade que nos vai trazendo novos problemas que tentamos solucionar com velhas soluções.

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WorkShop – “Desafios na Gestão de Lares”

Dez 9, 2014

Formação que visa promover a capacidade do diretor técnico na transformação do modelo de prestação de cuidados e oferta de serviço, enquadrado pelos indicadores internacionais de qualidade, mais recentes.

WORKSHOP DE 8 HORAS

RUI FONTES

PROGRAMA

  1. TRANSFORMAR O LAR PELO SEU INTERIOR: Recursos Humanos, avaliação desempenho, avaliação de necessidades imediatas, Balanced Scordcard, Modelo de Organização de trabalho, Planeamento e programa de atividades, implementação de indicadores. (4 horas)
  1. MODELO DE REGISTOS: Processos individuais administrativos, de saúde e da felicidade. (2 horas)
  1. MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO LAR: processos de avaliação, comunicação, documentação para implementação de processos de avaliação. (2 horas)

NUMERO MÁXIMO DE FORMANDOS: 20

PREÇO FORMANDO: 50,00 €

DESTINATÁRIOS: Diretores/as Técnicos/as Lares, Diretores/as Gerais, Empreendedores, Gestores, Técnicos/as Serviço Social, Licenciados Psicologia, Enfermagem, Medicina, Gerontologia, Psicogerontologia, Terapia ocupacional, Fisioterapia, Direito. Outros interessados a exercer funções em Lares de idosos (estruturas residenciais para pessoas idosas), Centros de dia, cuidados domiciliários.

CONDEIXA: 13 DE DEZEMBRO – Ver folheto

Clique aqui para efectuar a sua inscrição online

 

APRESENTAÇÃO

Em 2007 iniciou-se o Curso de Gestão de Lares e Casas de Repouso promovido pela associação e consequência de um conjunto de projectos inovadores desenvolvidos num Lar de idosos desde 2003. Este curso de 48 horas correu já o País e vai já em mais de 40 edições.

O êxito deste curso justifica a construção de subprodutos mais específicos e resumidos de parte dos conteúdos, surgindo agora o primeiro desses subprodutos.

Esta formação, apresentada em formato de workshop de 8 horas é exclusivamente ministrada pelo Presidente da Associação Amigos da Grande Idade e Diretor técnico de lar de idosos, Rui Fontes, dotado de uma capacidade ímpar de partilhar a experiencia da gestão de um equipamento destinado a pessoas idosas.

A diferença para propostas semelhantes é imensa: nesta formação pretende-se que em 8 horas todos fiquem preparados para implementar grandes alterações nos lares e estruturas que gerem, visando a qualidade e contribuindo para a felicidade das pessoas idosas.

São apresentadas propostas arrojadas que constituem um autêntico guia de mudança. É um instrumento essencial para alterar o procedimento e a atitude do próprio mas também das equipas que gere, das instituições que preside, dos equipamentos que coordena ou para o início da atividade nesta área de uma forma inovadora e desconstrutora de estigmas.

Esta formação poderia ter vários títulos: “Sem Papas na Língua”; “Liberdade para repensarmos o envelhecimento e as nossas ofertas”; “Revolução tranquila nos processos de prestação de cuidados e oferta de serviços a pessoas idosas”; “A Coragem de falar verdade sobre lares de idosos”; “A Permanente procura da perfeição”. Todos estes títulos poderiam assentar como uma luva neste workshop que corre o País, partilhando novas formas de abordarmos o envelhecimento e de nos posicionarmos para o futuro.

 

FORMADOR

Rui Fontes habitou-se desde que iniciou funções como Diretor Técnico de um Lar de idosos a questionar tudo o que se fazia e o que ainda se faz. O que ele próprio faz. Sem medo de errar mas enfrentando a incapacidade que todos temos de perceber o envelhecimento das pessoas, as suas necessidades e, especialmente, os seus anseios e sonhos. Enfrenta essa ignorância profissional procurando diariamente surpreender quem depende de si no exercício das suas funções: os seus colaboradores e os residentes do Lar que dirige.

Provoca as pessoas por dizer e, depois demostrar, que o Lar que dirige é a melhor oferta de cuidados e serviços em Portugal e que já ultrapassa fronteiras. Porque não tem termo de comparação: há dez anos que determina o seu trabalho e da sua equipa por indicadores e por avaliação desses indicadores, mostrando um extraordinário orgulho em poder dizer quais são os principais indicadores de qualidade de um lar e apresentar resultados que não são falseados mas consequência de um trabalho profundo que tem desenvolvido nos últimos dez anos.

Com um extenso curriculum, é o principal motivador do Curso de Gestão organizacional de Lares e Casas de repouso mas é também o coordenador das Pós graduações em gestão de equipamentos destinados a pessoas idosas desenvolvidas pela Associação. Tornou-se nos últimos anos uma referência nacional, percorrendo o País em inúmeros eventos a falar sobre envelhecimento. Mas o mais importante é conseguir partilhar os seus constrangimentos, experiencias e sonhos com as outras pessoas.

Caracteriza-se por uma convicção que chega a ser violenta quando se trata de defender um novo olhar para o envelhecimento e paras as respostas para pessoas idosas.

Hoje dedica-se exclusivamente à área do envelhecimento, cumprindo as suas funções como Diretor Técnico, presidindo à associação Amigos da Grande Idade, fazendo formação em diversas ações, participante em dezenas de eventos anualmente, escrevendo diversos artigos e participando como co-autor em alguns livros, organizando iniciativas para a reflexão sobre as pessoas idosas e o seu envelhecimento e fazendo parte de diversas instituições e entidades como convidado, tendo sido recentemente indicado como perito na área do envelhecimento pela Ordem dos Enfermeiros junto do International Council of Nurses.

 

CONTEÚDOS

TRANSFORMAR O LAR PELO SEU INTERIOR 4 HORAS
Recursos Humanos Transformar uma equipa através de comunicação adequada, formação e
liderança;
Avaliação Desempenho Processos individuais de colaboradores, conhecimento, partilha e
gestão de expectativas;
Avaliação necessidades imediatas Processos de avaliação eficaz de necessidades imediatas, diagnóstico
de situação;
Balanced Scordcard Administração de soluções para situações diagnosticadas;
Modelo de organização de trabalho Método individual e responsável de cuidados;
Planeamento e programa de atividades Planear atividade e ações, trabalhar por processos determinados;
Protocolos de atuação;
Implementação de Indicadores Principais indicadores, registos e avaliação, comunicação e motivação;
MODELO DE REGISTOS 2 HORAS
Processos individuais administrativos, saúde e da felicidade Chek-list de documentação e implementação de registos nessa
documentação;
MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO LAR 2 HORAS
Processos de avaliação Formas simples e adequadas de avaliação do desempenho da organização;
Comunicação Modelo de comunicação formal e informal;
Documentação para implementação de processos de avaliação Documentos essenciais para registo de atividade que permitam a
avaliação

 

A inscrição e participação confere o direito a:

Participação nas sessões plenárias e nos Workshops; pasta com
documentação em suporte digital que comporta textos de apoio; dossier em suporte de papel com a impressão das apresentações para poderem tomar notas; acesso a plataforma informativa contínua com apoio científico da equipa coordenadora do projecto, a nível de implementação de projectos locais de cuidados e de investigação; diploma de participação no Seminário;prioridade na participação em formação de aprofundamento em momentos futuros.

 

INSCRIÇÃO E PAGAMENTO

  • A Inscrição é feita através de impresso próprio e envio on-line.
  • O custo da formação é de 50,00 €.
  • Após envio da inscrição receberá informação para realizar o pagamento.
  • Só serão consideradas inscrições e garantida a participação após pagamento das mesmas.
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XXIV Congresso da Prosalis – Projecto de Saude em Lisboa

Dez 1, 2014

A Associação Amigos da Grande Idade – Inovação e Envelhecimento, vai participar no XXIV Congresso da Prosalis – Projecto de Saude em Lisboa, cujo tema este ano é “Empowerment, Integração Social, Família e Envelhecimento”.
O Congresso realiza-se na Fundação Calouste Gulbenkian (Sala 2) no próximo dia 9 de Dezembro e as inscrições podem ser feitas em www.prosalis.pt
O Presidente da Associação vai ter a palavra às 10H00 na mesa subordinada ao tema: “Tendências demográficas e Vida Familiar”.

O programa pode ser consultado em www.prosalis.pt

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RECOMENDAÇÕES PARA A LONGEVIDADE Portugal 2014

Nov 20, 2014

A Direção da Associação Amigos da Grande Idade – Inovação e Desenvolvimento, celebra em 2014 o envelhecimento populacional, como a maior conquista do século XX em Portugal.

Assim vai realizar no dia 2 de Dezembro das 9H30 às 18H, um magnífico Simpósio/Congresso  na Assembleia da Republica (Sala do Senado), sobre um dos temas mais avançados ao nível do Envelhecimento em PORTUGAL “Recomendações para a Longevidade”.

Assim, convida todos os que estiverem interessados, a participar, e a virem com a Direção da Associação Amigos da Grande Idade, influenciar na Assembleia da Republica o FUTURO DO ENVELHECIMENTO EM PORTUGAL.

As inscrições dão direito a pasta com documentação, acesso ao espaço do Simpósio/Congresso, acesso a duas conferências (“A  motricidade humana e o idoso” – Professor Doutor Manuel Sérgio; Conferência  “O Ocaso Dos Dias” – Professor Doutor Adriano Moreira) diploma de frequência e para efeitos curriculares um certificado com acreditação de 8H formativas de alta qualidade. Oferecemos ainda um coffee break.

Veja o Programa clicando aqui

 

Clique aqui para efectuar a sua inscrição onlineParticipe já!

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CONSULTA PÚBLICA

Out 29, 2014

“O FUTURO DO ENVELHECIMENTO EM PORTUGAL”

RECOMENDAÇÕES PARA A LONGEVIDADE Portugal 2014

A Direção da Associação Amigos da Grande Idade – Inovação e Desenvolvimento, celebra em 2014 o envelhecimento populacional, como a maior conquista do século XX em Portugal.

No entanto, devido às dificuldades económicas da última década são necessárias novas políticas como forma de garantir a sustentabilidade económica, social e familiar. Esta revolução demográfica está a ter reflexos aos mais diversos níveis, nomeadamente social, político e inclusive no que se refere ao sistema de saúde.

 

Assim, deixamos um conjunto de recomendações para as quais pedimos a sua opinião e sugestões de melhoria, que teremos em conta na versão final a levar na Sessão Formal a Realizar na Assembleia da Republica, no dia 2 de Dezembro de 2014.

 

Participe através do seguinte Formulário [Online]

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