Boas Festas e Feliz Ano Novo

Dez 12, 2018

Boas Festas e Feliz Ano Novo

Natal. A mais unanime festa colectiva do mundo ocidental. O mesmo mundo que recebe relatórios periódicos de entidades acima de toda a suspeita sobre as condições de vida, as ofertas dos vários países e a satisfação dos seus povos. Esta parte do mundo que resolveu entender-se e constituir entidades superiores que agregam ou pretendem agregar os interesses de todos os países que o constituem, sendo mesmo objectivo normalizar as condições de todos esses povos.

Um objectivo que se consegue atingir em muitas áreas mas que afasta cada vez mais esses povos noutras áreas. Há situações comuns que nos dizem respeito: mantem-se uma posição de ignorar o envelhecimento em quase todos os países europeus. Mantem-se um modelo que não responde às necessidades de um futuro certo e muito próximo. E nunca será grande felicidade e optimismo quando nos dizem que os países do norte da europa tem melhores condições para as pessoas idosas que os países do sul da europa. Tem melhores condições mas também abandonam as pessoas que necessitam de cuidados paliativos em unidades de retaguarda onde não existe sequer investimento em cuidados de saúde.

É pois uma necessidade geral reflectir-se sobre o envelhecimento e fase final de vida de cada um de nós. Como pretendemos envelhecer, o que temos de alterar e como queremos morrer. Temos esse direito e devemos exigir que quem governa se preocupe com esse direito.

O Natal é uma época excelente para pensarmos no envelhecimento porque são dias de emoção, de enorme sensibilidade, dias em que desejamos mudar de vida e iniciar nova fase. Dias que podem permitir que alguns decisores pensem com maior profundidade na dignidade dos seus eleitores e dos cidadãos do seu país.

Ao longo destes últimos dez anos a Associação Amigos da Grande Idade tem vindo a lançar propostas. Não nos parece que o lamento permanente e a procura de culpados seja o caminho mais indicado e preocupamo-nos mais no nascer de novos dias do que nos dias que vão passando (ainda que sejam bons conselheiros).

Propostas como as “Recomendações para a Longevidade” que tiveram a assinatura de todos os grupos parlamentares, propostas como as “dez medidas para um envelhecimento com dignidade” que recebe a concordância de quase todas as entidades mas que nunca se tem em conta na decisão politica. Propostas que vieram a constar na Estratégia Nacional para um Envelhecimento Activo e Saudável 2017-2025 (ENEIAS) como a introdução da educação sobre envelhecimento no curriculum académico desde o ensino básico e o combate à doença no envelhecimento através da monitorização de uma consulta após os 65 anos. Propostas que poderiam alterar os problemas estruturais na área social como o modelo de financiamento e comparticipação, o modelo de liderança e monitorização com introdução de indicadores de desempenho, a legislação abrindo novas tipologias de respostas na área dos esquipamentos e serviços e outras propostas que foram sendo feitas no âmbito das audiências com grupos parlamentares, ministérios, individualidades e entidades públicas e privadas.

É um caminho recheado de inovação e acima de tudo de convicção e esperança. Mas um caminho em que as derrotas tem sido permanentes pela insistência em manter uma situação pantanosa, construída em cima de notícias permanentes de maus tratos, péssimos procedimentos, agressões e até homicídios sobre pessoas idosas.

Apelamos para que neste natal pense um pouco na forma como está e vai envelhecer e pense ainda mais na forma como as pessoas que mais ama estão a envelhecer ou envelheceram. Que no próximo ano passe para o lado dos preocupados, denunciando situações graves, contestando politicas ultrapassadas, perdendo o medo de instituições seculares mais que oferecem pouca dignidade e defendendo cada pessoa idosa como se defendem as pessoas mais incapacitadas de lutarem pelos seus direitos.

Boas Festas
Bom Ano Novo
Bem Hajam

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Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha faz 70 anos

Dez 12, 2018

Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha faz 70 anos

A Escola Superior de Saude da Cruz Vermelha Portuguesa, o principal parceiro da Associação Amigos da Grande Idade, assinalou o seu 70ª aniversário numa cerimónia em que esteve presente o Presidente da Associação, Rui Fontes.
A parceria com a ESSCV tem vindo a mostrar-se muito importante para a área da formação no nosso País, permitindo a realização da Pós Graduação em Gestão de Equipamentos e serviços destinados a Pessoas Idosas.
Neste momento decorre a V Edição com mais de 30 alunos e na qual participam uma dezena de personalidades de significativa relevância nacional no conhecimento sobre envelhecimento e gestão. Independentemente de outras propostas semelhantes muito baseadas naquilo que tem sido a actividade e intervenção da Associação, continuamos a ter a mais frequentada Pós Graduação em Portugal.
Esta proposta formativa pode consultar-se em … e podem já ser feitas candidaturas para a edição de 2019/2020.
A Associação Amigos da Grande Idade agradece a honra de ter sido convidada para a nobre iniciativa da Escola Superior de Saude da Cruz Vermelha e deseja toda a felicidade possível para aquela entidade no futuro.

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Lista de Candidatos ao Curso de Pós-Graduação

Out 2, 2018

Lista de Candidatos ao Curso de Pós-Graduação

Foram seleccionados os 22 candidatos à frequência da Pós Graduação em Gestão de Equipamentos e serviços destinados a pessoas idosas 2018/2019.

Este é um grupo de pessoas que muito se distingue na área do envelhecimento em Portugal, disponibilizando tempo e dinheiro para aumentarem a sua formação no sentido de conhecerem e aprofundarem melhores práticas para intervir no envelhecimento e nos seus diversos serviços e cuidados.

Ao longo de 21 sábados vão ter oportunidade de ouvir uma selecção de docentes que irá partilhar os seus conhecimentos com uma componente prática muito elevada, falando daquilo que sabem e da realidade nacional e internacional, especialmente na área do envelhecimento institucionalizado.

Também durante esse período irão desenvolver trabalhos em grupo e individuais no sentido de poderem orientar ou reorientarem a sua carreira e os seus objectivos profissionais.

A Associação muito tem aprendido com esta Pós Graduação, sendo hoje a sua principal formação e levando-nos a acreditar que conseguimos contribuir um bocadinho para melhorar os serviços e os cuidados prestados e oferecidos a pessoas idosas.

Na sessão de abertura iremos ter os presidentes e vice-presidentes da Escola Superior de Saude da Cruz Vermelha e da Associação Amigos da Grande Idade e ainda o Professor Doutor Rui Brites, a voz mais conhecida no país sobre questões da felicidade. E porque a felicidade no envelhecimento nos preocupa, teremos uma pequena palestra sobre se é possível ser feliz no envelhecimento.

Para mais informações e para uma possível candidatura no próximo ano sugerimos a consulta a https://associacaoamigosdagrandeidade.com/curso/

Este ano os discentes terão acesso a site com toda a documentação e apresentações utilizadas na Pós Graduação, bem como documentação considerada importante e pertinente para o aumento dos seus conhecimentos, apoio on-line, disponibilizado uma vez por semana e apoio presencial sempre que o desejarem por marcação com cada um dos docentes e com o coordenador geral para o desenvolvimento de potenciais projectos individuais e/ou colectivos.

Estamos também a ultimar a realização de algumas sessões à distância facilitando o acompanhamento de todos os participantes e de outros possíveis interessados em temas de sessões pontuais.

Durante a Pós Graduação será também realizado um seminário que juntará uma quantidade significativa de convidados que representam o maior conhecimento sobre envelhecimento existente em Portugal.

A listagem dos candidatos admitidos é a seguinte:

1. Alberto João Leal dos Santos
2. Ana Catarina Correia Lourenço
3. Ana Maria Ramos de Faro Gamboa Alves
4. Ana Paula Marques Gaspar
5. Carla Freitas Pereira
6. Catarina Viana Costa Damásio
7. Cristina Lara de Sousa Gameiro
8. Domingos Jorge Rua Araújo
9. Helena Isabel Carvalho Andrade
10. Hugo Tomás Guerra Palhas
11. Ina Obykhod
12. Isabel Maria Figueiredo Neves
13. Isabel Maria Rodrigues Mateus Fernandes
14. Mafalda Isabel Martins Frazão
15. Manoel Vicente Penha de Lima
16. Maria de Lurdes dos Santos Gonçalves
17. Maria Henriqueta de Oliveira Semedo da Cruz Precatado
18. Maria Madalena Ferreira Marques
19. Marília Fernandes da Silva
20. Matilde Louro Bugalhão
21. Patrícia Raquel e Lozano de Almeida
22. Sara Daniela dos Santos Venceslau
23. Sofia da Conceição Costa Santos
24. Soraia Andreia Duarte Santos Ruivo
25. Susana do Rosário Marques Prates

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Seminário da Maia

Jun 26, 2018

MAIA 2018 FOI PALCO PARA A REFLEXÃO SOBRE SINDROME CONFUSIONAL DO IDOSO E FUNCIONALIDADE

Decorreu na cidade da Maia no dia 2 de Junho. O seminário subordinado ao tema “Envelhecer: o esperado e o inesperado” que foi organizado pela Associação em conjunto com a Escola Superior de saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, contando ainda com o apoio da delegação da Maia daquela entidade.

Esta iniciativa integra-se num projecto mais vasto que é a implementação de condições para o desenvolvimento de formação sobre envelhecimento e longevidade no norte do País, parecendo á Associação que existe uma necessidade significativa e que pode ser uma mais valia para melhorar os cuidados e os serviços destinados a pessoas idosas. O seminário da Maia seguiu-se a acções já realizadas em Braga e no Porto e antecede uma grande iniciativa que vai ter lugar em Outubro em Guimarães.

Este seminário teve a participação de alguns destacados oradores que trataram de dois temas muito importantes para a associação e para o envelhecimento: o síndrome Confusional da pessoa idosa e a funcionalidade e sua manutenção. O primeiro tema foi discutido por um painel de extraordinários conhecedores e investigadores nacionais: professores Doutores Carlos sequeira, António Leuschner, Zaida Azeredo e Lia Fernandes, moderados por Joana Ferreira. A manhã foi ainda ocupada com a cerimónia de abertura que contou com a presença do vice-presidente da AAGI, do presidente da Escola Superior de saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, pelo Presidente da Delegação da maia da Cruz Vermelha Portuguesa e pela autarca e deputada Dr.ª Maria de Fátima Moreira dos Santos , na qualidade de vereadora da camara da maia com o pelouro da saúde.

Antes do almoço houve oportunidade de ouvir uma das vozes mais importantes no panorama da psicologia e psicanálise em Portugal, muito pouco reconhecido pelos meios de comunicação e infelizmente só seguido pelos conhecedores e os que desejam aumentar a sua capacidade intelectual: Professor Coimbra de Matos que desertou sobre envelhecimento e amadurecimento.

À tarde teve lugar o debate sobre funcionalidade com Professor Doutor António Ilhicas, Professor Doutor Alberto Barata, Doutora Cláudia Moura e forte participação da plateia. Muito conhecimento e evidência científica caracterizou a intervenção do Professor Alberto barata e muita paixão e realidade prática descrevem a intervenção de António Ilhicas.

A cerimónia de encerramento foi assegurada pela vice-presidente da Escola Superior de saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, pelo presidente da AAGI e pela Autarca da Camara Municipal da Maia com o pelouro da solidariedade e área social, Dr.ª Ana Miguel Ferreira de Carvalho.

Este foi mais um evento que fica na história já longa da Associação e que marca a nossa presença, mais uma vez, no Norte do país.

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Professor Doutor António Coimbra de Matos

Jun 26, 2018

“O Idoso amadurecido vive com entusiasmo mas não com grandiosidade, desafiando o futuro mas não tendo uma ideia utópica sobre esse mesmo futuro” António Coimbra de Matos (seminário Maia 2018)

O Professor Doutor António Coimbra de Matos deu uma lição sobre envelhecimento, longevidade e, especialmente sobre a forma como devemos encarar esse processo.

Iniciando a sua conferência por um tema que lhe é muito querido; a competição versus a cooperação, fez-nos facilmente concluir que só relações de cooperação (“relação de par”) é que são criadoras e que fazem as sociedades progredir.

Também nos explicou que é na posição objectável e não numa posição narcisística que a pessoa evolui e se torna ou mantem produtiva. Não devemos continuar a acumular conhecimento para nós mas a partilhá-lo nunca deixando do adquirir e só assim é que atingimos posições que podem servir para produzir, mostrando-nos aos outros.

Com frases como “o verdeiro mestre é aquele que está sempre a apreender, o professor Coimbra de Matos fala daquilo eu sabemos, sentimos, percebemos mas dificilmente conseguimos explicar.

O processo de mais anos de vida deve passar por amadurecer e não envelhecer. Amadurecer é ganhar mais vida porque se sabe viver melhor, é ganhar mais saúde porque se sabe escolher melhor e ganhar mais participação porque se pode optar. É pois um processo positivo e nunca negativo. Só se torna negativo se as pessoas assim o desejar ou alguém obrigar a que seja.

Desconstrói algumas ideias preconcebidas: os idosos são manipuladores, os idosos auto-excluem-se propositadamente, os idosos disfarçam-se. Os idosos preferem encontrar alguém que lhes trate das novas tecnologias do que aprender a trabalhar com elas, tornam-se mais exigentes e mais selectivos

Perceber de envelhecimento é permitir-lhes estas especificidades, permite o requinte, a escolha, a decisão.

Finalmente o Professor Coimbra de Matos abriu-nos a janela da sua felicidade: escolhe a luz para pensar melhor, tem a grande vantagem de mais idade mais experiência e utiliza-a, passou de funções executivas a funções consultivas, tornou-se selectivo e requintado.

Sabe bem que a vida tem um prazo mas não vive angustiado porque a mortalidade simbólica permite encarar a mortalidade com menos angústia e a actividade distinta espanta a morte “E aqueles, que por obras valerosas/ Se vão da lei da morte libertando”

Participar nos eventos da associação Amigos da Grande Idade ultrapassa actualmente muito a simples discussão do envelhecimento, do bom, do mau, das indecisões e das unanimidades que nunca se concretizam

 

 

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Mensagem do Presidente da AAGI

Jun 26, 2018

 

A Associação Amigos da Grande Idade completou agora dez anos de existência. É muito jovem comparada com as grandes corporações que tratam de assuntos do envelhecimento.
Desde cedo compreendemos que esta dedicação a uma área com tão pouco mediatismo e até incomodativa para a grande maioria das pessoas não teria grandes compensações e não seria fácil de manter. Uma convicção forte e uma gratidão por parte das pessoas idosas que fomos encontrando compensaram até hoje essa dificuldade.
Estamos numa altura crucial para o futuro do envelhecimento em Portugal e até na Europa e no Mundo. Temos rapidamente de definir prioridades e conceitos e deixar de esconder incapacidades por detrás de confusões que teimam propositadamente em manter-se.
A grande decisão é percebermos de que envelhecimento queremos tratar, cuidar, reflectir nos próximos anos. Porque há mais que um envelhecimento e isso faz toda a diferença.
Há o envelhecimento que muitos gostam e decidiram investir as suas capacidades, o seu trabalho, empenhando-se em projectos extraordinários e criativos e o envelhecimento das pessoas idosas reais, escondido dentro de casas sem ninguém, em lares não fiscalizados e nunca avaliados, mesmo sendo legais. São dois envelhecimentos distintos e que requerem honestidade quando tratados.
A Associação nasceu e cresceu nos anos do envelhecimento activo, nos anos das cidades amigas das pessoas idosas, nos anos dos velhos saudáveis e das grandes iniciativas nacionais e internacionais. Assistiu desde esses anos até hoje a um processo em que cada vez se baixa mais a idade do envelhecimento, chegando-se hoje a ter projectos destinados a pessoas idosas a partir com 55 anos!
Mas a Associação, porque também teve ai a sua origem, nunca deixou de reflectir sobre o envelhecimento institucionalizado, o verdadeiro envelhecimento que é preocupante para as sociedades e que muito diz do desenvolvimento, dignidade, respeito por parte da sociedade, que pode medir qualidade de vida de um País.
O envelhecimento só é fenómeno político, social e económico quando se traduz em alterações nessas áreas com implicações para toda a sociedade. Ora as pessoas com 55 anos o mais que podem ser é desempregados não jovens e criam de facto um problema para a sociedade mas que não deve ser confundido com o fenómeno do envelhecimento. Que culpa tem o envelhecimento das sociedades (determinado muito pela diminuição dos nascimentos) em que o mercado de trabalho não goste de pessoas que passam a adolescência?
Não, o envelhecimento traz na verdade dificuldades para a sociedade e o seu equilíbrio mas é porque se aumentaram os anos de vida sem qualidade desses anos e aumentando anos de doença. Em Portugal.
O que muito diferencia o norte do sul da europa são os anos de vida saudável depois dos 65 anos. Em Portugal são menos de metade do que em países do norte da Europa e são esses anos que custam a suportar à sociedade. Nenhum velho gasta mais dinheiro à sociedade só por ser velho. Gasta porque em Portugal ser velho é ser doente e dependente.
Estamos assim perante o maior desafio dos sistemas de suade e sociai. Um desafio com muitas semelhanças com o desafio com que nos deparámos nos anos seguintes ao 25 de Abril com a área das crianças e da mortalidade infantil.
Nessa altura foi feito um programa nacional que indicava apenas um compromisso e uma intervenção: a prevenção.
Ganhámos esse desafio e custa a crer que ainda não se tenha concluído que para o desafio do envelhecimento também seja essa a solução: a prevenção.
É este o desafio que deixo a todos, por agora, para reflectirem.

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DNDT – Associação Nacional de Diretores Técnicos

Jun 26, 2018

A DNDT, Associação Nacional dos Directores Técnicos (equipamentos e serviços destinados a Pessoas Idosas) está novamente em marcha e continua apadrinhada pela Associação amigos da Grande Idade que sempre defendeu a existência de uma estrutura para representar aqueles e aquelas cuja existência permitem a legalização e funcionamento de lares de idosos, cuidados domiciliários e centros de dia.

Depois de um primeiro arranque que constituiu a Associação e tratou de alguns aspectos logísticos legais, como o registo dos estatutos, volta agora a reunir um conjunto de profissionais, no exercício das suas funções de direcção técnica, para definitivamente iniciar a actividade para a qual prevemos grande vida e êxito e temos grandes expectativas.

Mas a DNDT é completamente independente da Associação Amigos da Grande Idade sendo a actual ligação apenas uma forma de conseguir assegurar instalações e o início da actividade para esta organização que dá os primeiros passos.

A próxima fase é a reunião geral dos sócios fundadores que tratará das eleições dos órgãos sociais que vão assegurar o trabalho entre 2018 e 2023, num primeiro mandato que não será fácil mas que se apresenta como extraordinariamente desafiante.

Esta reunião irá realizar-se na zona centro do País, estando proposta a vila de Condeixa-a-Nova, aguardando-se a resposta da Camara Municipal daquele município ao pedido de dispensa de instalações.

A DNDT, Associação nacional dos directores técnicos, está aberta a todos e todas que exerçam funções de direcção técnica, que já tenham exercido ou que esperam vir a exercer mas que apresentem ligação funcional e operacional a instituições ou entidades sociais, publicas e privadas. Tem como principal objectivo fazer reconhecer por parte das autoridades, da comunicação social e da população em geral o trabalho que desenvolvem as direcções técnicas e a importância vital para os cuidados e serviços destinados a pessoas idosas.

A Associação Amigos da Grande Idade vai dando noticias sobre este processo que desejamos se concretize rapidamente e passe ao trabalho de terreno.

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