11º Fórum Internacional de Ulceras e Feridas

Fev 24, 2020

Realiza-se em Aveiro, nos próximos dias 13 e 14 de Março o 11º Fórum Internacional de Ulceras e Feridas. A Associação Amigos da Grande Idade marcará presença e aproveita este evento para assinar o protocolo com a ELCOS, Sociedade Portuguesa de Feridas.
Anunciaremos também o início do projecto “STOP ÀS ULCERAS E FERIDAS EM LARES DE IDOSOS” que distinguirá todas as estruturas que aderirem a este programa.
Consulte:
https://www.sociedadeferidas.pt/

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Protocolo entre a ELCOS e a AAGI

Fev 24, 2020

A Associação Amigos da Grande Idade anuncia, com honra, a assinatura de protocolo com a ELCOS. Sociedade Portuguesa de Feridas. Trata-se de uma entidade especializada nas feridas e ulceras de pressão em pessoas idosas.

Este Protocolo vai ser assinado formalmente durante a realização do 11º Fórum Internacional de Ulceras e Feridas que se realiza em Aveiro a 13 e 14 de Março no Centro Cultural e de Congressos.

Este protocolo dará de imediato origem a um importante projecto nacional que iremos designar por “STOP às Feridas e Ulceras em Lares de Idosos”.

O Projecto envolve Formação específica nesta área, disponível para técnicos e colaboradores de lares de Idosos e ainda cuidadores informais e terá a intervenção dos inúmeros técnicos especializados em feridas e ulceras da ELCOS.

Será também editado Guia para o combate a feridas e ulceras e lançada uma creditação para lares e outros serviços que não tenham ou combatam com rigor e competência esta situação em Pessoas idosas.

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Audiências com os Grupos Parlamentares

Fev 19, 2020

A Associação reune com deputado José Soeiro (BE) iniciando as audiências com os grupos parlamentares

No decurso do processo de maus tratos a pessoas idosas que a Associação pretende desenvolver a Associação Amigos da Grande Idade reuniu com o deputado José Soeiro, coordenador do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda e elemento da Comissão do Trabalho e Segurança Social.

Esta reunião teve como causa o processo de maus tratos a Pessoas Idosas institucionalizadas que tiveram como ponto de partia a situação de Valpaços com os pais do nosso colaborador Jorge Araújo. Estes acontecimentos largamente divulgados pela comunicação social, levantaram finalmente o véu, muito transparente daquilo que passa com as pessoas idosas institucionalizadas. Finalmente chegaram ao publico imagens impossíveis de negar e que violam todas as consciências e impõem forte acção por parte de todos nós.

Tratar mal pessoas idosas é já um procedimento que não admira a sociedade que, em geral, condena esses acontecimentos mas raramente os denúncia ou actua sobre eles. Também as entidades mantêm uma venda nos olhos sobre estas situações, por demais conhecidas e que são assunto diário de conversas e de intervenções em congressos, seminários e outras reuniões científicas.
O Deputado José Soeiro mostrou-se seriamente preocupado com a situação e comunicou a sua determinação em não deixar que este caso de Valpaços e esta situação em geral caia no esquecimento, levando-a mesmo a discussão à Assembleia da Republica.

A Associação e o seu colaborador, líder deste processo, Jorge Araújo, fica grata a este compromisso e tudo vai fazer para poder apresentar dados e fornecer informação que possa servir de reflexão aos mais elevados decisores do País mas que acima de tudo imponha acções profundas nesta área das Pessoas idosas e do envelhecimento institucionalizado
Acreditamos que este possa ser um primeiro passo e abra as portas a uma discussão de homens e mulheres livres, destituídos de qualquer interesse privado ou corporativo,
As Pessoas idosas do nosso País que se encontram institucionalizadas em instituições e/ou institucionalizadas nos seus domicílios por incapacidade e dependência, merecem o empenho de todos nós. Este é um assunto de interesse público e nacional e nenhum de nós deve ser alheio a estas situações.

A Associação apresentou ao Deputado José Soeiro um pequeno caderno de encargos para discussão: os maus tratos em geral na Institucionalização e a falta de formação profissional especifica nesta área; as insuficiências da fiscalização, orientação e acompanhamento por parte da segurança social e de outras entidades reguladoras; a legislação ultrapassada e deprimente que se mantem sem alterações há dezenas de anos; o modelo de comparticipação existente e o drama pantanoso e escondido dos lares ilegais.

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Reunião com Bastonária da Ordem dos Enfermeiros

Fev 19, 2020

A Associação e Jorge Araújo reunem com bastonária da Ordem dos Enfermeiros.

O nosso colaborador Jorge Araújo foi convidado pela Bastonária da Ordem dos Enfermeiros para discutir os acontecimentos que se passaram com os seus pais no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Valpaços, sujeitos a maus tratos, gravados em imagens vídeos publicadas por vários órgãos de comunicação social.

Jorge Araújo, enfermeiro de profissão, fez questão de lamentar o comportamento de colegas seus no decorrer deste processo e os receios que isso possa ser generalizado, dando a imagem do enfermeiro como conivente com situações destas.

Esta reunião foi acompanhada pela Associação Amigos da Grande Idade que há muito chama a atenção para a responsabilidade dos enfermeiros a trabalharem em lares de idosos sem o mínimo de condições e sem o cumprimento de rácios mínimos de enfermeiros.

A Bastonária da ordem dos Enfermeiros mostrou grande conhecimento da situação e muitas preocupações informando que muito tem intervindo mesmo por decisão da Ordem e sem denuncias.

Quando se trata de denuncias os casos são de imediato investigados e os enfermeiros responsabilizados pelos seus actos.

É importante perceber-se que o mercado de trabalho actual impõe aos enfermeiros a procura de soluções de emprego, aceitando condições que não dignificam a profissão nem os próprios. De qualquer forma deve insistir-se que trabalhar em lares ilegais é ilegal e não denunciar más práticas, falta de condições, abusos e especialmente maus tratos é uma obrigação deontológica dos enfermeiros.

Ficou o compromisso informal de iniciar um trabalho de reflexão sobre a enfermagem em lares de idosos com a possibilidade da emissão de guião, especialmente para alertar os enfermeiros sobre as más práticas e os sinais que devem ter em atenção para mudarem a actual situação nos lares de idosos.

Hoje a legislação define um lar de idosos como um local onde se prestam obrigatoriamente cuidados de enfermagem mas depois só determina o número de enfermeiros necessários pelo número de clientes, não referindo qualquer carga horária ou obrigatoriedade de presença. É uma lei pouco leal para a enfermagem, na medida em que por um lado impõe responsabilidades muito sérias aos enfermeiros e por outro lado não impõe condições de trabalho e obrigatoriedade de cumprimento de regras por parte das instituições ou entidades.

Acreditamos que desta vez a Ordem dos Enfermeiros se imponha nesta área e inicie um trabalho de acompanhamento e lideranças neste mercado de trabalho.

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2020: POR UM NOVO ANO DE MENOR INFELICIDADE

Dez 30, 2019

A Associação Amigos da Grande Idade – Inovação e Desenvolvimento, congratula-se pela chegada de mais um ano e deseja a todos que possam concretizar os seus desejos.

 

Desejávamos também para 2020 um ano de mudança. Mudança na Ética e no exercício de Cidadania de forma a alterar a forma de olhar para o envelhecimento.

A moderna sociedade, eco, atlética, saudável e libertadora, com profundas preocupações com o ambiente, só conhece o envelhecimento activo e saudável. O envelhecimento bom, de velhos bonitos, desportistas, mesmo quando em toda a sua vida nunca tenham dado uma corrida, artistas, viajantes, felizes e contentes a ocuparem os seus tempos livres, dançarinos e festivos, justificando milhares de euros que se distribuem anualmente por milhares de organizações humanitárias e caritativas para o desenvolvimento de projectinhos com peso e interesse para aparecerem na televisão. Projectos para pessoas idosas novas que ainda não tiveram qualquer acontecimento critico nem nenhum acidente de saúde.

Estas são as pessoas idosas da sociedade moderna em evolução em que a competitividade e o consumo é que definem o desenvolvimento social, medido exclusivamente pelo orçamento geral do estado.

Para estas pessoas idosas a sociedade tem investido todos os seus recursos e toda a sua criatividade e energia. São as universidades seniores, os projectos intergeracionais, os passes mais baratos, os descontos em múltiplas ofertas, a multiópticas que se arrisca a pagar para dar óculos dado o aumento da esperança de vida, os subsídios para actividades de ocupação e lazer, os prémios nacionais e anuais e até o apoio ao empreendedorismo sénior.

Ler as páginas dos sites das câmaras municipais e juntas de freguesia faz-nos acreditar num Portugal em que as pessoas idosas são extraordinariamente felizes, tal a quantidade de ofertas que são publicitadas.

O problema actual para a Associação é que tudo isto não tem nada a ver com o verdadeiro envelhecimento, com o preocupante envelhecimento que aumenta dia a dia.

Podem continuar a dizer que todas aquelas actividades e projectos destinados às pessoas que completam 65 anos e dedicadas aos anos mais próximos que se seguem a essa data são fundamentais para prevenir causas maiores de incapacidade e infelicidade. Mas não.

O aumento significativo das ofertas para pessoas idosas “novas” nada preveniu, nada diminuiu a incapacidade e a dependência das verdadeiras pessoas idosas que aumentaram significativamente nos últimos anos.

A moderna sociedade determinou que ser velho é ter 65 anos e que vai até poder participar nas tais ofertas de vida activa e saudável. As pessoas que tem acontecimentos críticos como quedas, enfartes, AVC’s, demência, Alzheimer não estão nas preocupações dos decisores nem tão pouco dos voluntários imensos que por esse país fora desenvolvem projectos ditos destinados às pessoas idosas. Não. Esses cheiram mal e, ou ficam em casa, abandonados à sua sorte com a visita do filho ou da filha no final do dia ou dia sim dia não, ou são colocados nos Lares de idosos.
Essas pessoas idosas, os nossos pais muitas vezes, só são notícia quando são gravemente agredidos numa instituição ou quando são encontrados mortos após vários dias em casa.
As pessoas idosas que têm rendimentos acima da pensão mínima continuam a não ser abrangidos por qualquer apoio social, tendo que se valer dos seus 500,00 € e de algum dinheiro que possa sobrar a um ou outro filho. Milhares dos que têm pensões mínimas não têm vaga nas grandes instituições sociais que, coitadas, se vêem aflitas para cuidarem dos que lá tem e já fazem um grande favor à sociedade. Os funcionários públicos com reformas que até julgamos serem confortáveis e com rendimentos de 1000 euros não têm um apoio que seja no seu envelhecimento com doença e incapacitação. Onde estão? As pessoas idosas com um AVC, com uma fractura de uma perna, com o aparecimento de uma demência andam por ai, de casa em casa, de lar em lar ou simplesmente apodrecem num hospital que não descansa enquanto não lhes dá alta.

Essas pessoas não usufruem das excursões da junta de freguesia, nem das festas, nem dos projectos intergeracionais, nem das universidades seniores. Essas pessoas não se conseguem pentear, não conseguem lavar-se, não conseguem vestir-se.

Não seria inconveniente que essas pessoas estivessem em casa ou em lares mas é aqui que a Associação apresenta as maiores preocupações.

Ficar em casa requeria apoio domiciliário. Mas se tivermos mais de 400 euros de rendimento já não teremos direito a esse apoio e mesmo que se encontre uma instituição que o poderia fazer não é possível porque as listas de espera são enormes. Requerer apoio de entidade privada é difícil dados os custos e como se trata de entidade privada não há apoio financeiro social, reservado exclusivamente a IPSS e misericórdias.

Seria bom ficar em casa mas isso implicava uma mudança estrutural e concepcional nos modelos de cuidado e acompanhamento.

Fala-se agora nos cuidadores informais e a Associação tem vindo a conter-se sobre este projecto. A conter-se porque o julga completamente desajustado e desadequado, porque o julga falso e demagógico.

O Estado vive de costas voltadas para os cuidadores formais. Não fiscaliza instituições nem exige formação a cuidadores dessas instituições, não apoia qualquer actividade de desenvolvimento profissional, não apoia o sector privado através de incentivos fiscais que pudessem ser utilizados na formação e no recrutamento, deixa tudo isto à sorte e depois vem dizer-nos que tem dinheiro para apoiar cuidadores informais. Inacreditável, sabendo que esses cuidadores requerem processo de formação que não feitos aos formais, que requerem dinheiro que se negam ás empresas e instituições e até particulares, que requerem fiscalização, avaliação e coordenação que não se faz em nenhuma parte do pais. Mas, milagre dos milagres tirados da cartola de meia dúzia de políticos iluminados: para os cuidadores informais vai ser tudo bom. O que está para trás não interessa nada, o facto de existirem maus tratos diariamente nos domicílios, nas instituições sociais e privadas não interessa nada. Com os cuidadores informais vamos resolver tudo.

Humildemente pensamos que resolvemos tudo da mesma maneira que resolvemos os problemas de internamento, acompanhamento e recuperação hospitalar com os cuidados continuados! Demagogia.

O fundo do poço está em termos todos a consciência que as pessoas idosas, realmente necessitadas de cuidados e apoios estão em grande parte nos lares ilegais deste país. Longe de qualquer avaliação ou fiscalização, sofrendo com a incompetência de serviços públicos criados para os defender e encharcados de burocracia e lista de conformidades só utilizadas nas ofertas privadas legalizadas. Serviços de segurança social incapazes e demasiado comprometidos com as estratégias politicas e as instituições seculares que só continuam a estar impunes por esses compromissos.
As pessoas idosas em lares de idosos ilegais estão à sua sorte. Os filhos por mais vontade que tenham, têm familias. Por mais bondade, amor, gratidão que possam ter, têm que a dividir com as dificuldades de criarem os seus próprios filhos. Aqui as pessoas idosas são uma chatice, um fardo. Exigem dinheiro mas acima de tudo disponibilidade, acompanhamento.

A única solução que encontram é o Lar. E a única solução que encontram e que se enquadra nas suas capacidades financeiras é o Lar ilegal.

Lar ilegal onde se bate, se amarra, se repreende, se utilizam processos de represália. Lares onde em quartos de duas pessoas, dormem cinco ou seis. Lar com duas casas de banho domésticas para trinta pessoas. Lares que nascem como cogumelos tal a impunidade e a frieza da segurança social justificando-se que não pode intervir porque perante a lei não existem!

Lares onde trabalham médicos e enfermeiros e assistentes sociais inscritos nas respectivas ordens profissionais. Como é possível trabalhar num serviço ilegal? Será que os que se dedicam a tráfico de armas e de pessoas também têm enfermeiro e médico? Que ética é esta que permite situações tão cruéis como estas?

Há quem diga que há lares ilegais melhores do que lares legais. É falso, é esconder o sol com uma peneira.

É verdade que grande parte dos filhos vai uma vez por semana ao lar e mesmo que vá todos os dias é incapaz de reconhecer as diferenças de um lar legal para um lar ilegal. Porque as diferenças para aquilo que ele vê não são significativas: Vê pessoas a cuidarem dos pais mas não consegue perceber que duas pessoas não conseguem cuidar de trinta pessoas idosas. Não consegue perceber que a mesma pessoa que ele vê quando vai ao lar a dar comer ao pai é também a que fez a comer, a que lhe fez a higiene e a que limpou o lar e a sanita, que não muda de luvas de pessoa para pessoa, que não tem e não sabe prevenir uma ferida e que, no fundo é só ela e outra naquele lar.

Que diferença faz estar num lar legal que tem que ter prevenção de incêndios, tratamento de lixos infectados, medicina do trabalho, cumprir a legislação laboral, normas rigorosas para tratamento e manuseamento de alimentação, quadro de pessoal de acordo com as cargas de trabalho, processos de registo individual dos residentes, registos de enfermagem e médicos que possam ser consultados e avaliados, tratamento de óleos alimentares, registo de limpezas por sectores, regras para acondicionamento de produtos químicos e alimentares, planos de formação para os seus colaboradores, etc.?

Quando vai ao lar apenas que ver o pai ou a mãe sem chorar…, sem marcas visíveis de agressão. Não consegue avaliar como é que uma auxiliar consegue deitar trinta pessoas, posicioná-las durante a noite, mudar-lhes fraldas, acorrer a uma queda ou a outra situação. Não consegue perceber porque não quer pensar nisso.

A Associação Amigos da Grande Idade quer que este ano de 2020 seja um ano em que não se deixem esquecidas as pessoas idosas que necessitam de cuidados, que dependem de nós, os mais capazes.

É intenção da Associação Amigos da Grande Idade lançar durante o ano, uma petição para a discussão na Assembleia da Republica deste flagelo da ilegalidade, do crime e da indignidade nos “cuidados” a pessoas idosas em Portugal.

Bom ano 2020
Presidente da Direcção
Rui Fontes

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Listagem de Discentes Seleccionados para o Curso de Pós Graduação 2019/2020

Out 10, 2019

Ana Rute Peral Novais
Andreia Filipa Lindeza Lourenço
Carlos Carvalho
Dinis Emanuel Guedes Vieira
Fabiano Alessandro Bormann Machado
Hussein Manji
idalina Rodrigues Pereira
José João Bastos Dias
Monica Isabel Florindo Santos Faria
Natércia Maria Lopes Ramalho
Patrícia Quental
Paula Cristina Lobato Queiroz
Rita Carolina Gonçalves Malheiro
Rute Isabel Nunes Marques
Sandra Paulos
Sandrina Coelho Queiroz
Tiago Miguel Castro Carvalho
Vera Abrantes Dias

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O ENVELHECIMENTO E AS PESSOAS IDOSAS NOS PROGRAMAS ELEITORAIS 2019

Set 29, 2019

A Associação Amigos da Grande Idade publicou um documento de reflexão sobre os programas eleitorais dos seis principais partidos políticos que actualmente estão representados na Assembleia da Republica.
Como é natural a única área analisada diz respeito ao envelhecimento e às propostas dos partidos para esta área.
Pode consultar o documento em: https://www.associacaoamigosdagrandeidade.com/wp-content/uploads/2019/09/documento-reflexão.pdf

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